Com fazer um Rappel com Segurança (equipamentos, nós, técnicas, etc)

1- Corda

Sua ligação com o mundo dos vivos. Existem basicamente 3 tipos de corda, a dinâmica, usada para escalar, a estática e a semi-estática, usadas para rappel, resgate, espeleologia e em escalada apenas como corda de auxilio: Cordas estáticas nunca devem ser usadas para escalada.

Existem muitos tipos de cordas, de variada espessura, peso e comprimento e vários fabricantes. Obviamente existem marcas melhores que outras. Os fatores que devemos observar na escolha de uma corda são:

A- Resistência à abrasão: não costuma vir indicado na etiqueta, normalmente as cordas com a capa mais dura e menos flexível são mais resistentes do que aquela mais maleável procure saber se a corda tem algum tratamento especial tipo, teflon dry ou stratos.

B- Comprimento e espessura: o comprimento das cordas pode variar de 50m a 70m ou 100m, mas se feita sobre encomenda pode se conseguir cordas de até 500 metros ou mais.

1.1- Corda Uso Comum

Quanto à espessura varia de 8mm a 13mm.

8 mm estática: fixar a corda na via em expedições, em geral em alta montanha.

9 a 10mm dinâmica: rappel fixar corda normalmente em rocha.

8.5 a 8.8 mm dinâmica: escalar com corda dupla em gelo ou rocha.

9mm dinâmica: simples para travessias de glaciar, dupla para escalada em gelo ou rocha.

10 e 10.5 mm dinâmica: escalada em gelo e rocha.

11mm dinâmica: Big Wall ou escaladas com rocha muito cortante.

12mm cavernas e resgate (não é usada em escalada)

Algumas precauções de uso e conservação

A- Evitar:
. Pisar sobre a corda.
. Abrasão desnecessária.
. Utilizar para outros fins que não seja Rappel.

B- Conservação:
. Secar a sombra, afastada de fontes de calor.
. Inspecionar com freqüência por toda sua longitude.
. Lavar somente com água e escova-la quando necessário.
. Não expô-la a produtos químicos.
. Guardá-la em lugar fresco e seco.
. Guardá-la sem nó, frouxa.
. Não usa-la mais que cinco (5) anos.
. Utilizar freios dinâmicos, aumenta sua vida útil.


1.2- Corda Simples

Diâmetro entre 9.7mm e 11mm.

A- Aplicação – escaladas clássicas, big wall, vias esportivas. Mais fácil de manusear, porem em escaladas com traçado variado o atrito pode ser um inconveniente.


1.3- Corda dupla

Diâmetro entre 8.5mm e 9.6mm.

A- Aplicação – escaladas de grande parede, escalada alpina e gelo. Sistema mais polivalente e seguro para todo tipo de escalada, se passa a corda individualmente pelo mosquetões. Técnica muito pouco utilizado no Brasil.


1.4- Corda gêmeas

Diâmetro 7.5mm a 8mm

A- Aplicação – escalada em parede, alpinismo, cascatas de gelo. Ao contrario da corda dupla, a corda gêmea deve ser costurada as duas no mesmo mosquetão.


2- Bauldrier ou cadeirinha

Novamente existem vários modelos para variadas modalidades de escalada (esportiva, alpina, big wall, etc...) e rappel, obviamente que se deve procurar por um modelo mais confortável, de preferência acolchoado, com perneiras e cinturas mais largas.


3- Freios

Existem basicamente dois tipos de freios:


3.1- Os dinâmicos:

A- Oito: Muito popular, sua força de frenagem é baixa, ou seja é preciso fazer mais força para frear. Resistência entre os 2000 kg ou 4000 kg.

B- Placa: Popularmente mais conhecidas como bolachas, é uma opção melhor do que o oito. Combinada com dois mosquetões sua força de frenagem que é bem interessante aumenta consideravelmente, resistência entre 1500 kg a 2500 kg.

C- Tubo: Força de frenagem no geral menor que as placas, segundo alguns testes alguns modelos tem força de frenagem similar ao oito, sendo aconselhável usar com dois mosquetões, resistência entre 1500 kg a 2500 kg.


3.2- Estáticos

A- Gri-Gri: Muito seguro totalmente automático. Não é indicado para rapeis grandes (mais de 50 metros) pois pode provocar grande aquecimento na peça, podendo queimar a corda, resistência 2200 kg.

B- Stop: Muito seguro Totalmente automático, mas pode deslizar um pouco se a corda estiver molhada ou enlameada (no caso de espeleologia). Ideal para rapeis longos.


4- Mosquetões

Existem basicamente três tipos de mosquetões:

4.1- Os de segurança (com rosca), normais e os ligeiros.

No nosso caso vamos tratar apenas dos mosquetões com Trava de segurança (rosca).


4.2- Mosquetões de rosca

A- Tipo pêra ou HMS: para montar paradas (reuniões).

B- Tipo "D" ou oval: para proteger passos críticos, usar no cabo de ancoragem (solteira ou alto seguro), no freio para fazer o rappel ou para dar segurança, sua resistência deve ser entre os 2500 kg a 3500 kg.

Um bom mosquetão tem as seguintes qualidades:

. Carga de ruptura superior a 2200 kg ou 23 kN.
. Resistência aberto superior a 900 kg.
. Diâmetro de 10mm a 12mm evitando danificar a corda com raios de trabalhos reduzidos.
. Mola de dureza media
. Forma alongada que posicione o mosquetão longitudinalmente e a cinta mais afastada do gatilho.
. Teste individual.


5- Cintas, Cordeletes e Fitas

Imprescindível em qualquer atividade em altura, as sintas expressas costurados ou fechados com nó são usadas para: montar paradas, laçar arvores ou bicos de pedra e muitas outras coisas. As costuradas agüentam cerca de 500kg a mais que as fechadas com nó, mas ambas devem fazer parte do equipamento individual de qualquer rapeleiro, assim como os cordeletes de 6mm, 7mm ou 8mm que podem ser usados para montar nós blocantes, paradas (7mm e 8mm).

As fitas costuradas superam a resistência das fechadas com nó em cerca de 20%, mas o nó é um sistema de união mais pratico, quando fizermos o nó o ideal é que as pontas que sobrarem tenha o dobro do comprimento da espessura da fita, ex. uma fita de 20 mm (2cm) deve ter de sobra 4mm (cm), com o tempo o nó de ligação a de encurtar-se, por isso deve ser conferido e refeito regularmente.

Resistência segundo as condições de trabalho

A resistência das fitas e cordeletes pode ser afetada por diversos fatores, como a colocação sobre ângulos afiados e estrangulamentos. sempre que possível utilize para unir as fitas e cordeletes os mosquetões, evitando realizar o nó boca de lobo (figura "D" do desenho), sobre grampos ou chapeletas que muito diminui a resistência da fita.

Quando se utiliza fitas passando em ancoragens naturais: blocos de pedras, árvores ou pontes de rocha, o excessivo ângulo de abertura (em cinta de tamanho inadequado), diminui a resistência da fita, para evitar isso use cintas largas, para que o ângulo formado seja ao mais agudo possível e nunca superior a 90º.

Os cordeletes de diâmetro inferior a 7mm só se deve usar para funções auxiliares, nós blocantes pôr exemplo, pois sua resistência é muito pequena. A resistência aproximada de um cordelete entre 4mm e 8mm , pode ser encontrada multiplicando o diâmetro x diâmetro x 20.

Resistência = diâmetro x diâmetro x 20.


6- Capacete

Usar capacete durante o rappel aumenta muito a probabilidade de sair ileso em situações imprevistas (caída de pedra, queda de material de outra pessoa, etc...) de preferência devem ser específicos para escalada, bem arejados, leves e homologados (CA). São um pouco incômodos, mas com o tempo se acostuma com ele.


7- Nós

Existe um enorme numero de nós, mas não é preciso saber mais do que uma meia dúzia, para usar em qualquer tipo de situação, no entanto será preciso saber faze-lo, no escuro, com apenas uma mão, cansado (físico e mentalmente), um nó deve ser repedido exaustivamente até que se domine sua confecção com perfeição.

7.1- Um nó deve preencher os seguintes requisitos:

. Deve ser fácil e simples de ser dado, mesmo com uma só mão.
. Deve ser executado conscientemente e apropriado à situação de uso.
. Não se desfazer por acaso.
. Deve ser fácil de ser desatado após o uso.
. Ter grande resistência à ruptura.
. Todo nó de união de corda deve ter uma ponta de corda livre de pelo menos 15 cm e ainda um nó complementar.

7.2- Aplicação

A seguir relacionamos alguns nós com suas respectivas funções e propriedades.

A- Nó de oito: Fácil de fazer (depois de algum treino), resistente à ruptura, fácil de desfazer depois de tracionado, sempre deve ser arrematado com um nó complementar, ideal para fixar corda, mas não deve receber muita tração.

B- Oito de ligação: Usado para atar cordeletes e unir cordas

C- Nó de fita ou de ligação simples: Usado para atar fitas e cordeletes e para unir cordas, é necessário que as pontas permaneçam no mesmo eixo para evitar que a força de impacto no nó possa desfaze-lo ou rompe-lo.

D- Azelha: De resistência mediana mais fácil de fazer do que o oito, mas menos resistente e mais difícil de desfazer após tração, ideal para puxar cargas leves. Evitar usa-lo em situações em que se cometa grandes esforços (resgate, rebocar cargas pesadas, fixar cordas, pêndulos) devido ao fato de começar deslizar com cargas superiores a 250 kg.

E- Prussik: É um nó blocante, seu manuseio é essencial e deve ser feito com perfeição, deve-se sempre procurar treinar o seu uso, usado para ascensão em corda fixa, resgate e auto-resgate, para aplica-los usa-se cordeletes de 5mm a 7mm.

F- Pescador duplo ou triplo: Ideal para unir cordas no rappel, unir cordeletes, funciona muito bem para unir cordas de diferente diâmetro, seu inconveniente é na hora de desfaze-lo, depois de tracionado ou depois e muitos rappeis seguidos.


8- Paradas ou Reuniões

O principal problema que cerca o aprendizado da montagem de reuniões é o fato de que não existem regras fixas e que quase nunca encontramos duas situações exatamente iguais. A experiência pessoal e uma boa dose de imaginação é que lhe ajudara em cada caso. No entanto há uma serie de requisitos que qualquer montagem tem que ter.

A- Segurança: Toda parada tem que ter no mínimo duas ou três proteções seguras, confiáveis e devidamente unidas. As ancoragens individualmente e dentro do sistema devem ser a prova de bombas. Todas as fitas e mosquetões usados no sistema devem ser de qualidade inquestionável.

B- Equilibrada: Distribuir o esforço por igual* *entre as ancoragens a fim de incrementar a resistência do conjunto e evitar que uma única ancoragem sofra um impacto.

C- Sem extensão: Quer dizer que se uma das ancoragens falhar o sistema não e afrouxará repentinamente.


9- Esquemas Básicos

Existem basicamente três tipos de esquema de montagem:

9.1- Montagem em linha: Horizontal ou Vertical.

A- Horizontal: Permite unir proteções muito afastadas ou de qualidade desigual, em grandes vias permite distribuir a grande quantidade de material dando comodidade à cordada. Normalmente se usa a própria corda para fazer a montagem, pode se utilizar o nó de oito, azelha ou fiel.

B- Vertical: É também adequado para unir ancoragens separadas e de desigual resistência, só que distribuídos verticalmente, devemos sempre nos prender a proteção mais baixa mesmo que essa seja amais fraca, usa-se os mesmos nós da horizontal.


9.2- Equalizações Móveis: Triângulo de força clássico, semibloqueado e de três pontos.

A- Triângulo de força clássico de dois e três pontos: Bom quando as ancoragens não estão muito separadas e tem resistência similar, é pratico, precisa de pouco material, distribuição da carga automática, seu inconveniente e o deslocamento causado caso haja falha de uma das proteções.

B- Semibloqueado: Igual ou triângulo clássico, ideal para ser utilizado quando uma das cargas se encontra muito acima da outra, pois em caso de falha da proteção de cima haverá um forte impacto na proteção de baixo. Um nó na metade da fita mais longa resolve o problema.

C- Equalizações Fixas: Triângulo de força bloqueado de dois e três pontos.

D- Triângulo de força bloqueado de dois ou três pontos: Ideal quando as proteções são de segurança similar e próximas. E a direção de queda é definida Para sua instalação e necessário um cordelete ou fita de pelo menos cinco metros, fora isso gasta pouco material e o deslocamento é mínimo, contra é o fato de não realizar uma boa distribuição da carga.


10- Rappel

. Permanecer convenientemente ancorado, só se soltar depois de o rappel ter sido montado e conferido.
. Verificar se o nó de fixação foi bem feito.
. Verificar se o nó de ligação (se houver) foi bem feito.
. Verificar a solidez da parada e em caso de duvida reforça-la (se possível).
. Dar sempre um nó na ponta da corda, quando houver duas cordas de um nó em cada uma separadamente, não nas duas juntas, pois a corda vai embolar.
. Auto assegurar-se com um nó blocante ou aparelho especifico para tal finalidade na hora da descida.
. Verificar se as cordas não estão emboladas e se as pontas estão igualadas e se chegam no chão.
. Não descer dando saltos ou correndo, forçando desnecessariamente a parada.
. Ter certeza que ela chega no lugar previsto.
. Após o primeiro ter descido verificar se as cordas se recuperam facilmente (isso em caso de rapeis em seqüência).
. Na hora de recuperar a(s) corda(s), certificar-se de que elas não se encontram emboladas.
. Não soltar a corda depois de terminado o rappel, há sempre o risco dela ser jogada para longe e você ficar agarrado sem ela
. Cuidado com cabelos compridos, não deixe de prende-los, roupas muito largas, cordões ou pulseiras também podem agarrar-se ao freio.
. Memorizar qual ponta de corda puxar (caso haja rapeis em seqüência).
. Passar a ponta que se puxa pelo olhal do grampo assim que começar a puxa-la (caso haja rapeis em seqüência).
. Se as duas pontas agarrarem na hora de puxar não se desespere às vezes basta apenas uma mudança de ângulo que se esta puxando para ela descer suavemente.
. Evite sempre rappelar em uma só ancoragem.

Baixar com continuidade, mantendo as pernas ligeiramente abertas para dar equilíbrio, ter atenção especial para não derrubar pedras soltas, olhando onde pisa, evitar na decida passar por arestas cortantes, blocos soltos e gretas onde ela possa agarrar.


11- Segurança

11.1- Perigos da montanha

Rappel é uma atividade perigosa onde se deve tomar uma serie de medidas preventivas para tornar nossa atividade mais segura.

As atividades aparetemente mais fáceis e acessíveis têm seu lado severo e é nelas que grandes partes dos acidentes acontecem, por isso não se deve baixar a guarda por mais simples que pareça o rappel.

As montanhas estão vivas e seguem um imperceptível ciclo orogênico, crescendo, desmoronando, sendo erodida. As forças da natureza são infinitamente poderosas e incontroláveis. Qualquer ser humano ali não é mas que um diminuto grão de areia no deserto e altamente vulnerável. Em montanha tem que se saber respeitar certas regras e ir até ela com o devido conhecimento do meio e da técnica necessária para superar seus obstáculos, assim como preparação física e psicológica adequada à empreitada escolhida. Podemos classificar os perigos da montanha em dois tipos: objetivos e subjetivos.

A- Perigos objetivos: São os perigos derivados dos processos naturais, como deslizamentos, raios, neblina, frio, chuva, calor e etc..., nada podemos fazer para evitar que aconteçam, mas podemos aprender a reconhecer os lugares e os momentos potencialmente perigosos e tratar de não estar ali quando cair uma pedra ou um raio.

Evite empreender caminhadas ou escaladas em horário que esteja muito quente, sair quando uma tempestade é eminente ou sair à tarde no verão, horário em que normalmente caem fortes tempestades.

O conhecimento do meio, como é o clima na região que pretende fazer sua excursão é então a primeira preocupação do escalador ao planejar sua atividade. Para controlar esse tipo de perigo na medida do possível devemos ser conscientes de sua existência e saber como podem nos afetar, para termos conta tanto durante o planejamento da atividade como durante ela analisar cada situação imprevista para evitar ou minimizar as chances de acontecer um acidente. Nunca procure desafiar as forças da natureza as chances de alguma coisa sair errado e infinitamente maior, você estará sempre em desvantagem lembre-se disso.

B- Perigos subjetivos: São os mais difíceis de avaliar, pois dependem da atuação de cada pessoa. Eles são conseqüência da falta de preparo e treinamento, equipamento inadequado, lesões, do cansaço depois de uma longa jornada. Os perigos subjetivos podem provocar acidentes por si mesmo e nos expor aos perigos objetivos. Em cada fase da ascensão existem elementos subjetivos, como a escolha da via, material, conhecimento técnico, treinamento, preparação física e atitude pessoal.

O conhecimento da montanha é tão importante quanto conhecer nossas próprias limitações e de nossos companheiros. A decisão de dar meia volta pode não ser fácil, mais vai nos permitir desfrutar de outras montanhas. Nunca devemos menosprezar uma montanha por mais fácil que sua ascensão possa parecer, ela sempre será infinitamente mais poderosa.

A sensatez e sem duvida a melhor virtude de um bom escalador. Nenhum cume merece uma mutilação por menor que seja e muito menos deixar a vida nele.

Quando se analisa um acidente normalmente se chega a mesma conclusão, que teria sido evitado se as mínimas medidas de segurança tivessem sido tomadas. O desconhecimento das técnicas e das regras elementares de segurança levam a trágicos acidentes.
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comentários  

 
0 #15 31-05-2014 11:05
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+2 #14 10-08-2013 16:25
Meus parabéns, sou técnico em Segurança do Trabalho, e tenho visto muitos maus profissionais ensinarem de forma errada escalada, resgates e diversas outras atividades.
Tenho que, esses indivíduos,que se intitulam profissionais para ministrarem essas atividades, não conhecem nem sequer a, legislação trabalhista de nosso pais, e, querem ensinarem atividades esportivas.
Estou montando uma torre pra esses fins, mas, antes da construção, contratei profissionais com competência técnica.
Também ministro esses treinamentos, mas, antes de ser técnico já escalava em pequenas pedras e, tenho muitos amigos que praticam esse esporte.

Seus materiais, são excelente e, precisa sim ser divulgado.

Att

Clemente
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0 #13 26-04-2013 21:08
sou alpinista industrial, profissional na área... entre em contato: 061-84743922...
face: https://www.facebook.com/kaique.souza.108?ref=tn_tnmn
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+1 #12 15-03-2013 13:42
Citação:
Citação:
boa noite por favor eu gostaria d aprender aquele nó salva corda. um nó que tem que manter a corda tracionada e depois da decida e só balançar a corda que ela se desprende da amarração no topo?

nó de catau, depois de precionado, corte a corrda do meio,


Não mesmo, o nó a que você se refere, amigo, é o volta do salteador, mas muitíssimo cuidado ao utilizá-lo. Sempre Alerta!
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+1 #11 19-01-2013 22:08
Estou produzindo uma peça teatral na igreja em que congrego é paixão de Cristo e queria que no final o ator subisse em um efeito de ascensão de Cristo.. a igreja é pequena porém tem um andar superior e para um profissional será bem fácil ta fazendo esse trabalho queria muito saber mais a respeito quem sabe se poderia ir visitar vocês..sou de Realengo Rio de Janeiro..podem me ajudar a respeito?

Grata

Marise
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-1 #10 04-12-2012 18:56
cmo frecuentar umcursso de instructor de rappel. valeu
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0 #9 26-10-2012 21:42
Gostei muito gostaria que tevesse imagens dos nóis.
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+2 #8 02-10-2012 20:00
Vlw, Otimas dicas... abraços
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0 #7 05-06-2012 22:08
Citação:
boa noite por favor eu gostaria d aprender aquele nó salva corda. um nó que tem que manter a corda tracionada e depois da decida e só balançar a corda que ela se desprende da amarração no topo?

nó de catau, depois de precionado, corte a corrda do meio,
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-1 #6 18-06-2011 14:51
:-x :-x
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