Parque Nacional da Serra dos Órgãos

Parque Nacional da Serra dos Órgãos


Tipo: Parque Nacional

Região: Serra dos Órgãos

Localização: Petrópolis, Guapimirim, Magé e Teresópolis, RJ, Brasil, América Sul

Lat/Lon: 22°34'30.15"S / 43°13'22.16"W

Atividades: Caminhadas, Escaladas e Camping

Época do Ano: Primavera, Outono e Inverno

Altitude Máxima: 2.275 m (Pedra do Sino) *


Descrição

Em 1822, Dom Pedro I, de passagem para Minas Gerais foi uma das primeiras celebridades a cruzar suas montanhas e se encantar com a região. Gostou tanto, que acabou adquirindo terras e construindo uma fazenda onde mais tarde foi erguido um palácio, hoje o Museu Imperial. Mas foi em 30 de Novembro de 1939, através de um Decreto-Lei que o então presidente Getúlio Vargas, como demonstração de seu apreço pela região, transformou-a em parque nacional, o terceiro mais antigo parque nacional do Brasil.


Visual da Travessia da Neblina

O Parque Nacional da Serra dos Órgãos está localizado no estado do Rio de Janeiro em terras dos municípios de Teresópolis, Petrópolis, Magé e Guapimirim, ocupando aproximadamente 10.600 hectares. Seu nome deriva do antigo nome local dado às encostas atlânticas da Serra do Mar nesses municípios. A origem mais provável é a imaginação religiosa dos católicos colonizadores portugueses. Eles talvez tenham notado nos impressionantes picos uma semelhança com os grandes órgãos de catedrais européias e os batizaram por analogia.

O Parque faz parte da Serra do Mar, que é aqui que ela atinge seu ponto mais alto e ainda possui um bom pedaço de Mata Atlântica preservada, uma de nossas vegetações mais devastadas, com apenas cerca de 8% de mata nativa remanescente cobrindo nosso solo. Na parte mais alta, possui vegetação de altitude, rasteira, além das vistas absolutamente deslumbrantes, com visuais que, com muita freqüência descortinam a Baía de Guanabara, lá embaixo.


Visual da Travessia mais Tradicional do Brasil - Petrô-Terê

 
O principal rio que corta o parque chama-se Soberbo e proporciona maravilhosos banhos de cachoeira, inclusive na sub-sede do parque, situada na BR 116, antes da subida da serra. Mas este não é o único rio e água é o que não falta – por causa dela a flora local é tão exuberante.


Ampliação do Parque

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou no dia 13 de setembro de 2008 em Petrópolis um decreto que amplia a área do Parque Nacional da Serra dos Órgãos de 10.650 hectares para 20.050 hectares, protegendo uma área 88% maior em uma região intensamente impactada pela ocupação humana, mas que preserva uma fantástica biodiversidade.


Novos Limites do PNSO

As novas áreas incorporadas ao PARNASO incluem mananciais de abastecimento dos municípios de Petrópolis (Alcobaça), Magé (Cachoeira Grande) e Teresópolis (Imbuí); montanhas com interesse para a escalada, como o Pico do Itacolomi (Magé); e áreas de interesse turístico, como trecho do Caminho Novo da estrada Real, construída no século XVIII e preservada no meio da floresta.

 


Trilha para o Pico do Eco

 
A grande importância da ampliação do PARNASO é o aumento da proteção do corredor biológico entre a Serra dos Órgãos e a Reserva Biológica do Tinguá, aumentando assim as áreas protegidas disponíveis para espécies ameaçadas, como a onça-pintada e o muriqui. A proteção legal da área também contribuirá para conter a ocupação desordenada na região. O parque está inserido em quatro municípios cuja população total é de cerca de 700 mil habitantes e sofre grande pressão da urbanização. Petrópolis (cerca de 300 mil habitantes) e Teresópolis (cerca de 170 mil) já têm suas áreas urbanas ocupando o entorno imediato do parque.


Visual da Trilha da Mãe D'Água

No dia da assinatura do decreto foi anunciado para o PARNASO um investimento de R$ 2.000.000,00 de reais a serem liberados ainda este ano (2008) para ser usado para melhorar a infra-estrutura do parque, que incluirá a construção de abrigo de Montanha no Açu, exposições interpretativas nos centros de visitantes, nova trilha suspensa, sinalização bilíngüe e reformas de campings e portarias.

   Altitude Máxima: 2.275 m (Pedra do Sino) *
   Área: 111 km2
   Relevo: Montanhoso
   Carta Topográfica: Itaipava, Petrópolis e Teresópolis
   Atração: Paisagem

* A altitude da Pedra do Sino foi atualizada pelo Projeto Pontos Culminantes do Brasil, que nasceu de um acordo de parceria científica entre o IBGE e o Instituto Militar de Engenharia (IME), na maioria dos lugares ainda estão informando erradamente a altitude antiga que é de 2.623 metros.


Atrações

Sede Teresópolis

A Sede principal do Parque está localizada em Teresópolis, contando com ampla infra-estrutura para receber os visitantes. Entre as opções de hospedagem estão o camping perto da portaria e o abrigo 4 na trilha da Pedra do Sino.

A sede de Teresópolis possui um Centro de Visitantes localizado a 400 metros da Portaria, próximo à área administrativa da Unidade de Conservação. O Centro dispõe de exposição permanente de fotos e documentação, maquete para melhor visualização dos principais picos e rios da Serra dos Órgãos. O espaço recebe também exposições temporárias e conta com loja de lembranças (camisetas, bonés, adesivos) e sala destinada às ações de educação ambiental, com equipamento para projeção de vídeos institucionais e educativos.

A Piscina de águas naturais é uma das mais tradicionais atrações do Parque e está localizada também na sede de Teresópolis. Ela é muito procurada no verão compondo um belo cenário para piqueniques e atividades recreativas no frio inverno da serra. A área de lazer para os visitantes na parte baixa da Sede Teresópolis é toda sinalizada e possui um bom estacionamento.

   Pedra do Sino: Pedra do Sino, com 2.275 metros de altitude, é o ponto culminante do Parque Nacional da Serra dos Órgãos, e um local muito procurado por montanhistas e amantes da natureza. Seus vales e penhascos são imensos e impressionantes, e suas várias plataformas de observação oferecem uma visão panorâmica incrível de toda região. De seu topo avista-se a Baixada Fluminense, a Baía de Guanabara, a cidade de Niterói e a do Rio de Janeiro, avista-se até a Baía de Sepetiba e o Oceano Atlântico, além de outros picos do próprio parque como o Dedo de Deus, Dedo de Nossa Senhora, Escalavrado, além de alguns picos de Friburgo, etc. Se o tempo estiver bem limpo é possível até ver o Pão de Açúcar e o morro do Corcovado na cidade do Rio de Janeiro.


Visual da Pedra do Sino

   Dedo de Deus: A 1.692 metros de altitude, é um dos picos mais cobiçados para escalada. Exige experiência e autorização prévia do Parque e acompanhamento de guia experiente. Caminhada pesada e escalada de 3º grau (Caminho Teixeira) ou 4º grau (face leste). O Dedo de Deus foi conquistado em 1912 por Raul de Sá Carneiro, José Teixeira Guimarães e os três irmãos Oliveira, após desistência de uma equipe de alemães.


Dedo de Deus

   Escalavrado: Uma das mais bonitas formações da Serra dos Órgãos, o Escalavrado é bastante visível da Rodovia Rio-Teresópolis (BR-116), que corta o parque. O caminho para o cume (1.406m) é uma "escalaminhada" pela vertente e o acesso à trilha se dá pela BR-116.


Pico do Escalavrado

   Dedo de Nossa Senhora: Caminhada moderada, de 4 km, por trilha na mata, até a base da rocha. O pico, a 1.320m metros de altitude, também pode ser escalado, mediante autorização prévia do Parque e acompanhamento de guia experiente.


Sede Petrópolis

A entrada da sede Petrópolis do Parque Nacional da Serra dos Órgãos fica no Bairro do Bonfim, em Corrêas, e oferece aos visitantes diversas atividades de recreação - banhos de cachoeira, caminhadas e escaladas, tendo como pano de fundo a rica biodiversidade da Mata Atlântica e a espetacular beleza cênica da Serra do Mar.

É por essa entrada que normalmente se começa a tradicional Travessia Petrópolis – Teresópolis, além das caminhadas ao Poço Paraíso, Gruta do Presidente, Cachoeira Véu da Noiva e para os Castelos do Açu.

   Castelos do Açú: Os Castelos do Açu são formações rochosas no cume da montanha, é o segundo ponto mais alto do Parque Nacional da Serra dos Órgãos, revelando um ambiente místico e ao mesmo tempo um visual indescritível da Baía da Guanabara. Com tempo bom é possível avistar vários picos, dentre eles podemos destacar o Pão de Açúcar, o Corcovado e a Pedra da Gávea. A altitude atingida durante a caminhada é de 2.180 metros e a classificação é caminhada pesada, com um desnível de 1300 metros. A trilha do Morro do Açu leva em média seis horas para ser realizada


Castelos do Açú

   Cachoeira Véu da Noiva: Localizada depois da Gruta Presidente, tem 32 metros de altura, ideal para um bom banho refresante. Uma das preferidas de Dom Pedro, a queda d'água tem 35 metros de altura. Para chegar lá, há uma trilha leve, com pedras.


Sede Guapimirim

O grande atrativo da Sede Guapimirim do PNSO é o rio Soberbo, com suas inúmeras cachoeiras e poços aprazíveis. Além das belezas cênicas e da natureza exuberante da Mata Atlântica, com visão privilegiada do Morro do Escalavrado, a Sede Guapimirim oferece ao visitante muitas opções de passeios em trilhas, além de infra-estrutura de estacionamento, camping, áreas para piquenique, sanitários e telefone público. Outro destaque da Sede Guapimirim são os prédios e ruínas históricas.

   Poço da Capela: Junto à histórica capela é possível desfrutar de um bom banho neste poço com cachoeira forte.

   Poço do Sossego: Mais um recanto aprazível com um belo poço e cachoeira. O poço é sombreado por árvores repletas de bromélias e orquídeas. O acesso mais resguardado justifica o nome deste poço que recebe sol poucas horas por dia.

   Poço da Ponte Velha: Junto às ruínas dos pilares de uma antiga ponte da estrada real encontra-se um agradável poço de águas quase sempre calmas e fácil acesso. É possível parar veículos a cerca de 20m do rio. Próximo ao poço existem sanitários e  um quiosque que serve lanches e bebidas.

   Poço Verde: Principal atrativo natural da Sede Guapimirim, o Poço Verde é um conjunto de cachoeiras, corredeiras, poços artificiais e naturais do Rio Soberbo. Ótimo local para banho, localizado a 20 minutos de caminhada do Centro de Visitantes.

   Poço da Preguiça: Outra boa opção para banho, a 15 minutos de caminhada do Centro de Visitantes.


Montanhismo

O Parque possui montanhas de desenhos originais e muito diferentes entre si, com paredões de todos os tipos, para todos os gostos, possui também as maiores paredes escaláveis do Brasil, as chamadas big wal. As trilhas são inúmeras e pode-se passar um ano indo para aquele lugar sem conhecer a metade do que a natureza oferece. Existem montanhas em partes mais isoladas do parque (esta área é considerada intangível de acordo com o plano de manejo do parque, ou seja, a visitação é proibida e, se quiser ir lá, terá de pedir autorização especial) onde há mais de 20, 30 anos ninguém pisa em seu cume. E isto nas bordas de uma cidade como o Rio de Janeiro (93km), que é considerada o maior centro de escalada urbana do mundo.


Escalavrado e Dedo de Nossa Senhora

O parque é um paraíso para os montanhistas e aos que gostam da natureza, existem muitas possibilidades de lazer, proporciona várias atrações aos seus visitantes, como trilhas para trekking, cachoeiras, rochas para escaladas, uma piscina natural para o banho e lindas vistas espalhadas por todos os seus recantos.

O Parque Nacional da Serra dos Órgãos abrange 10 picos com mais de 2.000m e outros 6 com mais de 1.500m, uma coleção de altitudes nada típica do Brasil. O famoso pico do Dedo de Deus, com 1.692m, também faz parte do parque.

A Pedra do Sino, com 2.263 metros de altitude, é o ponto culminante de todo parque, e um local muito procurado por montanhistas para a prática de diversos esportes de aventura. Seus vales e penhascos imensos são impressionantes, e suas várias plataformas de observação oferecem uma visão panorâmica de toda região. De seu topo avista-se a Baixada Fluminense, a Baía de Guanabara, a cidade do Rio de Janeiro, Niterói e outras cidades do Grande Rio até a Baía de Sepetiba e o Oceano Atlântico, além de outros picos com o Dedo de Deus, Dedo de Nossa Senhora, Escalavrado, alguns picos de Friburgo, etc. Se o tempo estiver bem limpo é possível até ver o Pão de Açúcar e o morro do Corcovado na cidade do Rio de Janeiro.


Fauna e Flora

O parque abriga a fauna e flora típica da encosta Atlântica brasileira, muito rica e diversificada. Observam-se bandos de quatis, pacas, cotias, tamanduá-mirim, macacos, tatus e até grandes predadores como o puma. Entre as aves encontramos o papagaio-de-peito-roxo, o bicudo, a jacutinga e os araçaris. Algumas espécies peçonhentas também estão presentes como a jararaca e a jararacuçu.


Flores do Parque

Em muitos locais perto do sopé da serra há trechos desmatados aparecendo a típica vegetação de capim gordura e samambaias. Diversas espécies multicoloridas de orquídeas, bromélias e begônias além de raras flores alpinas embelezam suas trilhas. Grandes árvores também fazem parte de sua paisagem: jequitibás, jacarandás, bambus, palmitos e taquaras.


Clima

A região da Serra dos Órgãos está inserida no domínio morfo-climático Tropical Atlântico. O clima do Parque é tropical superúmido (com 80 a 90% de umidade relativa do ar), com média anual varia de 13º a 23º C (atingindo valores de 38ºC a 5ºC negativos nas partes mais altas) e variação pluviométrica de 1.700 a 3.600mm, com concentração de chuvas no verão (dezembro a março) e período de seca no inverno (junho a agosto). O Clima, segunda Köppen, é do tipo Cwb - tropical de altitude, com uma curta estação seca.

A dinâmica das massas de ar na região se caracteriza pelo domínio da Massa Tropical Atlântica na maior parte do ano. Esta massa apresenta umidade e temperatura relativamentealtas. Durante o ano ocorre entradas da Massa Polar Antártica, de característica seca e fria. Quando da entrada desta massa, há um impacto com a Massa Polar Atlântica e a geração de grandes eventos de precipitação característicos do Estado do Rio de Janeiro e que geram muitos problemas de deslizamentos em Teresópolis ePetrópolis.

Um outro fator a afetar a distribuição da precipitação é a altitude. Ao atingirem as áreas mais elevadas, as massas de ar úmidas encontram um ambiente mais frio, onde a umidade tende a se condensar e precipitar.

Devido à proximidade com o mar o maciço torna-se uma barreira para a entrada das massas de ar vindas do Atlântico. A umidade destas massas faz as vertentes deste maciço voltadas para o oceano, mais úmidas que aquelas voltadas para o continente. Isto ocorre porque as massas de ar tendem a perder umidade ao se encontrarem com o maciço, gerando chuvas orográficas, ventos úmidos ou névoa. Portanto, ao atingirem as vertentes opostas, as massas de ar vindas do Atlântico já perderam boa parte de sua umidade, tornando estas vertentes, em geral, mais secas e mais suscetíveis a ocorrência de incêndios.


Histórico

Criado em 30 de novembro de 1939, o PARNASO é o terceiro parque mais antigo do país (Itatiaia em 1937 e Iguaçú, também em 1939, o antecederam). Esta primeira geração de parques brasileiros reflete a chegada ao Brasil de uma preocupação mundial com a degradação dos ambientes naturais.

No início do Século XX, já era grande a preocupação, principalmente dos países industrializados, em defender seus ambientes naturais. Foram criadas áreas protegidas para a flora e a fauna, resguardando não só a vida dos ecossistemas e dos mananciais de água, mas também as belezas cênicas dos monumentos naturais. Dentro desse espírito, nascem no país os três primeiros Parques Nacionais: o de Itatiaia, em 1937, e os de Iguaçu e da Serra dos Órgãos, em 1939.

Em 25 de setembro de 1938, o Jornal do Commercio publicava a seguinte nota, que teria sido uma primeira sugestão de criação do parque: “converter as cabeceiras dos rios que correm para baixada Fluminense, para Teresópolis e para o município de Petrópolis, abrangendo as montanhas elevadas e os picos altaneiros que disputam com as” Agulhas Negras” de Itatiaia e os vértices agudos da Serra de Caparaó, as primazias de pontos culminantes de nosso caro Brasil, de onde se destacam o inconfundível “Dedo de Deus”, a Pedra  Açu”, o “Campo das Antas”, num belíssimo Parque Nacional que nada ficaria devendo às mais adiantadas criações desse gênero.”

Criado no governo Getúlio Vargas, pelo Decreto-Lei nº 1822, de 30 de novembro de 1939, com uma área aproximada de 9.000 hectares, abrangendo parte dos municípios de Magé, Petrópolis e Teresópolis. Mais tarde, o Parque Nacional da Serra dos Órgãos teve sua área delimitada com 10.527 hectares (105 km²), através do Decreto nº 90.023, de 2 de agosto de 1984. O município de Guapimirim foi criado na década de 1990, emancipado de Magé.

O PARNASO recebeu grande infra-estrutura na década de 1940 e era frequentemente visitado por embaixadores e autoridades da república. Instalações como a piscina natural, os prédios da administração, depósitos, garagem, residências funcionais e os quatro abrigos da Trilha do Sino foram construídos nesta época. O PARNASO chegou a ter cerca de 250 funcionários, incluindo extravagâncias como garçons servindo de smoking nos abrigos da montanha.

A partir da década de 1960, após a transferência da capital federal para Brasília, o parque enfrentou um período de decadência, com escassez de recursos para manutenção e depreciação da estrutura. Neste período foram perdidos os abrigos e várias residências funcionais.

A partir de 1980, foi iniciado um esforço para reerguer o parque, incluindo a publicação do Plano de Manejo, o decreto de definição delimites e compra de terras para regularização da situação fundiária.

A década de 1990 foi um período de recuperação da estrutura física, com restauração dos prédios antigos, construção do Centro de Operações, Casa do Montanhista, transformação do Abrigo Paquequer na Pousada Refúgio do Parque, implantação do auditório “O Guarani” e do Centro de Visitantes.

O início do século XXI é de desafios na área de conservação e manejo do parque. O PARNASO vem consolidando sua posição de referência nacional em gestão da pesquisa científica e inicia estudos para ampliação do parque e atualização do Plano de Manejo.


Localização

O Parque Nacional da Serra dos Órgãos está localizado na região serrena Fluminese, mas precisamente nas cidades de Petrópolis, Guapimirim, Magé e Teresópolis.


Como Chegar

Acesso por Petrópolis:

De Ônibus:

Chegando em Petrópolis, pegar um ônibus até o terminal de Corrêas, e lá pegar o ônibus para Bonfim. Descer no ponto final e seguir siga as placas das Pousadas Cabanas do Açu e Paraíso do Açu, já que a entrada do Parque é vizinha a essas pousadas.

De Carro:

A partir do Rio de Janeiro siga na direção de Petrópolis pela BR-040, quase chegando a Petrópolis não entre na cidade, continue na estrada na direção de Itaipava, do fim do túnel  você deve seguir uma média de 15 à 20 minutos até virar a direita no sentido do bairro de Bonsucesso, você entrará na estrada União Industria, depois de passar dos bairros de Bonsucesso e Nogueira você chegará á Corrêas, entre a esquerda e contorne a praça de Corrêas, entre na Rua Agostinho Goulão e mais a frente vire a direita na Estrada do Bonfim, é uma subida de mais de 30 minutos, siga as placas das Pousadas Cabanas do Açu e Paraíso do Açu, já que a entrada do Parque é vizinha a essas pousadas.


Acesso por Teresópolis:

De Carro:

A partir do Rio de Janeiro, o acesso é pela BR-116 (Rodovia Washington Luiz) até Teresópolis, após entrar na cidade seguir até sede do Parque Nacional da Serra dos Órgãos na própria BR-116.

Se você entrar na BR-116 pela AV Brasil, zere seu hodômetro assim que entrar na BR-116, e depois de 74km você estará de frente para a entrada do Parque PNSO em Teresópolis.

De Ônibus:

Também saem ônibus com muita freqüência da Rodoviária Novo Rio, para Teresópolis (pedir para descer na Sede do Parque, um pouco depois da entrada da cidade – não confundir com a sub-sede, bem abaixo, antes mesmo de subir a serra).

Acesso por Guapimirim:

A Sede Guapimirim está localizada no início da subida da serra (Km 98,5) da BR 116, a 74km do Rio de Janeiro. A entrada está localizada à direita da rodovia (sentido Teresópolis) e é bem sinalizada.


Distâncias das capitais

   Rio de Janeiro (RJ): 92 km
   São Paulo (SP): 505 km
   Belo Horizonte (MG): 481 km
   Brasília (DF): 1232 km
   Salvador (BA): 1818 km
   Porto Alegre (RS): 1671 km


Quando Ir

Para a prática do montanhismo a temporada ideial vai de abril a outubro, é a época mais seca e, portanto, longe das chuvas de verão e das tempestades elétricas. Vale a pena dar uma checada no tempo, pois não é nada agradável pegar uma tempestade em local tão alto e “desabrigado” e, mesmo no inverno, elas são comuns. O frio pode chegar a alguns graus abaixo de zero, é importante levar um bom saco de dormir e um isolante térmico, além de uma barraca para montanha.


Acampamento a Abrigos

   O camping na montanha só será permitido nos arredores do Abrigo da Pedra do Sino - Abrigo 4 (70 pessoas acampadas e 30 no abrigo) e dos Castelos do Açu (100 pessoas). Nos Castelos do Açu é até possível fazer bivaque em um abrigo improvisado entre as pedras que formam os Castelos. A água, principalmente no inverno é escassa.

   O acampamento ao longo da trilha da Travessia entre a Sede Petrópolis e o Açu, particularmente no Ajax, e entre a Sede Teresópolis e a Pedra do Sino, particularmente no Abrigo 3, está restrito a um pernoite em situações de emergência, devendo ser informado e justificado no registro de saída do grupo.

   É expressamente proibido o acampamento ao longo da trilha da Travessia entre o Açu e a Pedra do Sino. Em caso de acampamento de emergência, como acidentes e problemas graves de orientação devido a condições climáticas adversas, a administração do PARNASO deve ser informada, estando sujeitos a multa aqueles que não apresentarem justificativa aceitável.

   É expressamente proibido e sujeito a multa o acampamento na área do cume da Pedra do Sino e o acampamento fora das áreas citadas acima é proibido e está sujeito a multa, salvo em casos excepcionais e emergenciais devidamente justificados.


Galeira de Fotos

2011-04 - Pedra do Inferno
2011-03 - Travessia Caxambu x Santo Aleixo
2011-02 - Pico do Eco
2010-09 - Travessia Petrópolis x Teresópolis
2010-07 - Mirante do Inferno
2010-04 - Pedra da Mãe D'Água
2010-05 - Pedra da Cruz via Passagem da Neblina
2009-04 - Travessia Caxambu x Santo Aleixo
2009-04 - Travessia Cobiçado x Ventania
2008-12 - Pico do Alcobaça
2007-02 - Pedra do Elefante
2006-05 - Pico do Alcobaça
2005-04 - Pedra do Sino
2004-09 - Castelos do Açu
2004-04 - Pedra do Sino
Fotos Panorâmicas do Parque Nacional da Serra dos Órgãos


Picos mais altos do parque

   Pedra do Sino - 2.275m
   Pedra do Açu - 2.245m
   Pedra do Papudo - 2.234m
   Pedra da Baleia — 2.230m
   Cara de Cão - 2.180m
   Campo das Antas - 2.134m
   Pedra São João - 2.100m
   Agulha do Diabo - 2.050m
   Pedra da Cruz - 2.020m
   Mirante - 2.000m
   Morro Santo Antônio - 1.990m
   Garrafão - 1.980m
   Nariz do Frade - 1.980m
   Queixo do Frade - 1.920m
   Dedo de Deus - 1.692m
   Pedra Cabeça de Peixe - 1.680m
   Morro Escalavrado - 1.406m
   Dedo de Nossa Senhora - 1.320m
   Santo Antônio Mirim - 1.170m


Download Carta Topográfica

Carta Topográfica de Itaipava
Carta Topográfica de Petrópolis
Carta Topográfica de Teresópolis


Dicas

   Não esqueça de levar um bom filtro solar, mesmo quando o tempo estiver encoberto.
   Desde o dia 13 julho de 2003 o Parque Nacional exige a reserva prévia da entrada para a travessia visto que somente 100 pessoas poderão adentrá-la por dia. Se você chegar a portaria e este número já estiver completo você terá de voltar.
   A melhor época para se realizar a Travessia é de final de maio a final de agosto pois chove menos, porém a temperatura é baixa. Se possível, realize esta caminhada fora dos feriados prolongados.


Horário de Funcionamento

O Parque está aberto para visitação todos os dias da semana. O horário de funcionamento das bilheterias do PARNASO é de 7:00 às 19:00, diariamente. A compra antecipada de ingressos permite a entrada no parque de 6:00 às 22:00, além do horário normal de funcionamento.
Não é permitida a entrada de visitantes entre 22:00 e 6:00.


Preços e Loja Virtual do Parque

A compra antecipada de ingressos permite a entrada no parque fora do horário de funcionamento das bilheterias e garante a vaga nas atrações com número limitado de visitantes (trilhas de montanha, campings, abrigos de montanha e escaladas no Complexo Dedo de Deus), pois em alguns locais do PARNASO existe um limite máximo diário de visitantes.

Compre antecipadamente seu ingresso e reserve os abrigos Online
Verifique os preços dos Serviços e Atividades


Telefones do Parque

   Telefone do Parque: (21) 2152-1100
   Telefone para reserva no Abrigo 4: (21) 2152-1120


Tempo

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comentários  

 
+1 #7 12-06-2014 23:12
esse parque e muito bom ... quem não foi deveria ir :roll:
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+2 #6 04-02-2014 20:18
Também achei um absurdo os valores cobrados pela PARNASO.TUR. Cobram para você entrar no Parque (até aí tudo bem), depois cobram mais 20 reais para você fazer uma trilha SOZINHO (trilha de montanha)!! Ainda cobram "diárias" adicionais se você ficar no parque mais de um dia. Para pernoitar, ainda cobram a pernoite. Como se não bastasse, no valor total das taxas, ainda adicionam uma TARIFA DE CONVENIÊNCIA!!! Só no Brasil mesmo... Como se a gente quase não pagasse impostos... Gente... o que mais tem é mochileiro sem dinheiro, vamos com calma!!! Isso é injusto. Querem elitizar as visitas aos Parques???
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0 #5 06-12-2012 08:54
quero tanto ir quando eu for vai ser dimais ;-)
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+2 #4 23-08-2012 19:51
nossa eu amei quando eu li o texto eu...eu...eu...eu fiquei...fiquei...adimirada!!!!!! !!!!!!!!!!!!!!! ! ameiiiiiiiiiiii iiiii
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+3 #3 18-05-2012 10:07
Está um absurdo o preço cobrado pelo parque, não me incomodo com relação a taxa de entrada, pois é necessaria emto importante para a manutenção!agor a cobrar taxa para subir a trilha dentro mesmo parque isso é totalmente abusiva, não sabia que a trilha do sino fazia parte de outro parque!assaltam a gente discaradamente, como se o serviço prestado fosse de primeira pois sabemos que não é.Tenho minhas duvidas, a intenção e melhorar o parque ou arrecadar fundos!!melhor seria que fechassem o parque!proibind o a entrada do bicho homem!!!
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+2 #2 17-03-2012 14:01
eu amei
julio tambem

tchauuuuuuuuuuu uuuu
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-2 #1 26-06-2011 22:21
Realizei a Travessia de Petrópolis para Teresópolis em julho de 2010. Sou montanhista, mas fiz com auxílio de um competente guia local, tendo com isto mais tranqüilidade e segurança para desfrutar das belezas da Serra dos Órgãos, em meio a precipícios incríveis e paisagens espetaculares! São pelo menos três dias exaustivos, escalaminhada pesada, com graus bem variados de dificuldade e madrugadas geladas. É incrível, estimulante, revigorante...
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