O Morro do Queimado possui 719 metros de altitude e se localiza no final da Serra da Carioca que separa a Zona Norte da Zona Sul da cidade e é por esse motivo que ele possui uma das vistas mais completas e surpreendentes de todo Rio de Janeiro. De um de seus muitos mirantes temos uma vista "dupla", ou seja, é possível admirar as belezas da Zona Norte e da Zona Sul da Cidade ao mesmo tempo.
De um lado é possível ver boa parte da Zona Norte com destaque para a Ilha do Governador, a Baia da Guanabara riscada pela ponte Rio de Niterói, alguns Picos da Floresta da Tijuca e ao fundo bem na linha do horizonte a grande muralha da Serra dos Órgãos.
Do lado virado para a Zona Sul apreciamos toda Serra da Carioca com destaques para as antenas do Sumaré e o para o Morro do Corcovado com a estátua do Cristo Redentor em seu cume. É possível ver também nesse lado o Pão de Açúcar e atrás dele a boca da Baía e logo depois as praias da cidade de Niterói. Continuando o show vemos também nesse lado a Lagoa Rodrigo de Freitas, os bairros de Botafogo, Humaitá, Jardim Botânico, Gávea, Ipanema e o Leblon, o Morro dos Dois Irmãos, todas as ilhas do arquipélago das Cagarras, o desconhecido Morro do Cochrane, a Agulhinha da Gávea, o Morro do Chapecó e a impressionante Pedra da Gávea. Realmente uma das vistas mais completas e incríveis de toda cidade, uma visão para encher os olhos e também o coração.
O Morro do Queimado tem esse nome exatamente por causa das freqüentes queimadas do período da cafeicultura, sua história e das terras no seu entorno nos remetem ao século XVI, quando o cidadão Manuel Bento adquiriu-as. No início do século XVII, a família Francisco Rodrigues Ferreira tomou posse dessa área para a implantação de uma chácara. Como suas terras naquela época destinavam-se à cultura do café, a denominação dada ao lugar foi em alusão a prática agrícola que usa freqüentes queimadas para preparar o solo. Mais de um século se passou e ainda hoje as suas trilhas de areia e cascalho branco são o testemunho do mal que o fogo pode provocar a terra, além de ser a prova da desertificação que assolou essas terras durante o ciclo do café.
Eu particularmente conheço quatro trilhas diferentes para o Morro do Queimado, mas as duas mais usadas quando unidas no proporcionam um bela travessia de 15 quilômetros, passando ainda por dois "cartões portais" históricos da cidade: A Mesa do Imperado e a Vista Chinesa. Ainda é possível esticar o passeio pois da Vista Chinesa sai uma trilha que segue em direção ao Parque da Cidade, que era onde existia a sede da fazenda que o Morro do Queimado fazia parte.
  
Altitude: 719 m.
  
Nível: Caminhada Leve Superior.
  
Duração: 3h00 min até 4h00 min (Circuito).
  
Atração: paisagem e aspecto histórico.
A Travessia Paineiras x Mesa do Imperador começa na pracinha do Alto da Boa Vista que na verdade se chama Praça Afonso Viseu. Siga pela Estrada do Alto em direção a Barra da Tijuca e depois de 2 minutinhos de caminhada entre a esquerda na Estrada do Redentor que é popularmente conhecida como Estrada das Paineiras.
Siga caminhado pela Estrada do Redentor cerca de 1 hora a 1h e 30min dependendo da velocidade do pessoal, do começo da Estrada do Redentor até a entrada da trilha são exatamente 4 quilômetros. Para achar a entrada da trilha é só reparar no lado direito da estrada uma placa com o dizer "Dirija Devagar - Animais Silvestres na Pista", repare que esse é um local plano com uma entrada na mata. Uma dica para achar a trilha: A entrada da trilha fica aproximadamente 20 minutos de caminhada após passar por uma praça que fica bem no meio da estrada, se você chegar no entroncamento da Estrada do Redentor com a Estrada do Sumaré, volte pois você já passou da entrada da trilha. Só a própria caminhada por essa estrada já vale o dia, só por ela passaremos por alguns mirantes e cachoeiras, de um dos seus mirantes é possível ver alguns picos da Floresta da Tijuca e até mesmo a Zona Norte e a Baia da Guanabara.
Siga pela trilha que aos poucos vai se alargando até virar praticamente uma estradinha plana e bem arborizada (esse é um acesso para o pessoal da Light fazer manutenção em algumas torres de transmissão), depois de 800 metros ou cerca de 10 minutos de caminhada repare uma entrada ao lado direito da trilha (um pouco antes dessa estradinha acabar), entre nessa bifurcação subindo um pequeno barranco e logo você vai se deparar com uma grande torre de transmissão. A trilha segue subindo a esquerda um pouquinho antes da torre, siga por aí que em poucos minutos chegaremos a uma outra torre de transmissão, nesse ponto passe por dentro dessa torre subindo o barranco cheio de mato para esquerda.
Agora a trilha sobe a face norte do Morro do Queimado, nesse trecho ela fica mais estreita mas ainda bem batida, sem bifurcação e ainda andaremos sob copas de árvores média estatura. Mesmo um pouco protegido do sol esse é o trecho mais desgastante pois a trilha começa a ficar cada vez mais íngreme. Repare que o piso dessa parte da trilha é totalmente diferente das outras trilhas do parque, é um solo mais arenoso repletos de pedrinhas brancas parecendo um cristal, talvez esse seja o motivo de que aqui não encontramos em abundancia árvores de grande porte.
Para compensar o esforço depois de 10 minutos dessa subida chegaremos ao primeiro e mais incrível mirante de toda travessia. Esse é o mirante "duplo", ou seja, de um lado é possível ver grande parte da Zona Norte, a Ilha do Governador, a Baia da Guanabara riscada pela ponte Rio de Niterói, alguns Picos da Floresta da Tijuca com destaque para o Perdido do Andaraí e ao fundo bem na linha do horizonte a grande muralha da Serra dos Órgãos. Do outro lado podemos apreciar toda Serra da Carioca com destaques para as antenas do Sumaré e o para a estátua do Cristo Redentor. É possível ver também nesse lado o Pão de Açúcar e atrás dele a boca da Baía e logo depois as praias da cidade de Niterói. Continuando o show vemos também nesse lado a Lagoa Rodrigo de Freitas, os bairros de Botafogo, Humaitá, Jardim Botânico, Gávea, Ipanema e o Leblon, o Morro dos Dois Irmãos e todas as ilhas do arquipélago das Cagarras. Realmente uma das vistas mais completas e incríveis de toda cidade, uma visão para encher os olhos e também o coração.
A trilha segue pois ainda não chegamos ao cume do Morro do Queimado, mas estamos a dois minutinhos do mesmo. O cume propriamente dito que fica a 719 metros é repleto de vegetação e é até mesmo difícil saber onde é o ponto mais alto. Pertinho do cume tem também um ótimo mirante virado para a Zona Sul, só que desse mirante além das atrações listadas no parágrafo acima também é possível ver o Morro do Cochrane, a Agulhinha da Gávea, o Morro do Chapecó e a Pedra da Gávea. Esse mirante é um bom local para tirar muitas fotos além de fazer um bom lanche caprichado.
A trilha agora desce a vertente sul do Queimado, andaremos ainda por essa areia branca que pode ser bastante escorregadia , nesse ponto da trilha passaremos por vários blocos de pedra onde no último vamos precisar do auxilio das mãos para descer. Nessa parte da trilha ao mesmo tempo que vamos caminhado vamos também apreciando o incrível visual da Zona Sul da cidade. Depois de 20 minutos de descida chegaremos em um local onde um bloco de pedra se debruça sob um enorme penhasco lembrando uma proa de um navio, essa é a "Pedra da Proa", um ótimo local para uma das fotos mais incríveis da sua vida, mas para tirar essa foto tem que ter coragem e não pode ter vertigem, cuidado, pois uma queda na Pedra da Proa certamente é fatal e dificilmente se encontrará os restos do corpo.
Depois da Pedra da Proa a trilha desce mais um pouquinho para começa a subir novamente e volta se adentrar na mata, depois de alguns minutos de subida chegaremos a um pequeno platô repleto de vegetação. Depois desse ponto a trilha começa a descer novamente, desça mais ou menos um desnível de 100 metros que leva cerca de 10 minutos até chegar a uma bifurcação a esquerda em um pequeno barranco. Assim que entrar a esquerda você sairá em uma trilha bem plana e bem marcada, siga nessa trilha para a direita que em mais ou menos 10 minutos de pernada chegaremos em um muro de pedra. Pule o muro e siga descendo pela escadaria de pedras, no final dela vá para a direita e siga até uma mesa também feita de pedra, essa é a "Mesa do Imperador".
A partir da Mesa do Imperador vamos apenas caminhar por estradinhas, mas precisamente pela Estrada da Vista Chinesa, mas não é por isso que a caminhada vai ser menos bela. Aqui você tem duas opções: Siga para a esquerda descendo pela estrada e caminhando cerca de 1,2 quilômetros até a Vista Chinesa, o que eu aconselho fortemente, pois é um belo cartão postal da cidade, mas a vista é bem parecida do que você já apreciou do alto do Queimado, ou siga para a direita pela mesma estrada até voltar para a praça onde começou a caminhada, é uma caminhada de 5,5 quilômetros que dura cerca de 1hora e 30 minutos.
Antes de chegar na praça existe um boteco que serve uma cervejinha bem gelada, uma ótima pedida para comemorar a realização desse belo circuito de 15 quilômetros.
Desde 1856 o Jardim Botânico estava ligado ao Alto de Boa Vista por uma estrada carroçável, aberta por influência do Barão do Bom Retiro e cuja execução e manutenção foi contratada a Thomas Cochrane. Nessa obra foram empregados trabalhadores "cules" trazidos de China (Macau) para desenvolver a lavoura do arroz , mas que, não tendo demonstrado qualquer habilidade para a agricultura, foram aproveitados na construção da estrada. Essa região apresenta uma assombrosa coincidência de presença chinesa, iniciada com a vinda dos plantadores do chá de D. João VI. Depois do fracasso dessa lavoura.
Em 1844 um mapa da área registra uma edificação denominada "Casa dos Chinas", provavelmente um resquício dessa primitiva experiência. Essa "vocação" provavelmente explica por que a Prefeitura (o prefeito Pereira Passos, em 1903, com projeto do arquiteto Luis Rey, em argamassa copiando o bambu) edificou ao margem dessa estrada, anos mais tarde, um pavilhão denominado "Vista Chinesa', que ainda pode ser visitado. Mais acima, um local preparado para servir como ponto de repouso nos freqüentes passeios da Família Real ganhou o nome de Mesa do Imperador.
O Morro do Queimado se localiza no Parque Nacional da Tijuca no Setor Serra da Carioca (Setor B) situado na Cidade do Rio de Janeiro.
Todas as estações são boas para caminhar até o Morro do Queimado, entretanto no verão as temperaturas podem chegar aos 40°C e as tempestades são freqüentes, principalmente no final da tarde. Nas demais estações a temperatura é mais amena tornando o passeio mais agradável.
O acampamento dentro do Parque Nacional da Tijuca está proibido.
2009-10 - Travessia Paineiras x Mesa do Imperador via Morro do Queimado
Tracklog da Travessia Paineiras x Mesa do Imperador via Morro do Queimado
Mapa Topográfico do Parque Nacional da Tijuca - 1:50.000
  
Não esqueça de levar um bom filtro solar, mesmo quando o tempo estiver encoberto.
Adote uma Montanha
Travessia Paineiras x Mesa do Imperador
Travessia Paineiras x Mesa do Imperador (Morro do Queimado)
Descrição
O Morro do Queimado possui 719 metros de altitude e se localiza no final da Serra da Carioca que separa a Zona Norte da Zona Sul da cidade e é por esse motivo que ele possui uma das vistas mais completas e surpreendentes de todo Rio de Janeiro. De um de seus muitos mirantes temos uma vista "dupla", ou seja, é possível admirar as belezas da Zona Norte e da Zona Sul da Cidade ao mesmo tempo.
De um lado é possível ver boa parte da Zona Norte com destaque para a Ilha do Governador, a Baia da Guanabara riscada pela ponte Rio de Niterói, alguns Picos da Floresta da Tijuca e ao fundo bem na linha do horizonte a grande muralha da Serra dos Órgãos.
|
|
Do lado virado para a Zona Sul apreciamos toda Serra da Carioca com destaques para as antenas do Sumaré e o para o Morro do Corcovado com a estátua do Cristo Redentor em seu cume. É possível ver também nesse lado o Pão de Açúcar e atrás dele a boca da Baía e logo depois as praias da cidade de Niterói. Continuando o show vemos também nesse lado a Lagoa Rodrigo de Freitas, os bairros de Botafogo, Humaitá, Jardim Botânico, Gávea, Ipanema e o Leblon, o Morro dos Dois Irmãos, todas as ilhas do arquipélago das Cagarras, o desconhecido Morro do Cochrane, a Agulhinha da Gávea, o Morro do Chapecó e a impressionante Pedra da Gávea. Realmente uma das vistas mais completas e incríveis de toda cidade, uma visão para encher os olhos e também o coração.
|
|
O Morro do Queimado tem esse nome exatamente por causa das freqüentes queimadas do período da cafeicultura, sua história e das terras no seu entorno nos remetem ao século XVI, quando o cidadão Manuel Bento adquiriu-as. No início do século XVII, a família Francisco Rodrigues Ferreira tomou posse dessa área para a implantação de uma chácara. Como suas terras naquela época destinavam-se à cultura do café, a denominação dada ao lugar foi em alusão a prática agrícola que usa freqüentes queimadas para preparar o solo. Mais de um século se passou e ainda hoje as suas trilhas de areia e cascalho branco são o testemunho do mal que o fogo pode provocar a terra, além de ser a prova da desertificação que assolou essas terras durante o ciclo do café.
|
|
Eu particularmente conheço quatro trilhas diferentes para o Morro do Queimado, mas as duas mais usadas quando unidas no proporcionam um bela travessia de 15 quilômetros, passando ainda por dois "cartões portais" históricos da cidade: A Mesa do Imperado e a Vista Chinesa. Ainda é possível esticar o passeio pois da Vista Chinesa sai uma trilha que segue em direção ao Parque da Cidade, que era onde existia a sede da fazenda que o Morro do Queimado fazia parte.
|
|
  
Altitude: 719 m.  
Nível: Caminhada Leve Superior.  
Duração: 3h00 min até 4h00 min (Circuito).  
Atração: paisagem e aspecto histórico.A Trilha
A Travessia Paineiras x Mesa do Imperador começa na pracinha do Alto da Boa Vista que na verdade se chama Praça Afonso Viseu. Siga pela Estrada do Alto em direção a Barra da Tijuca e depois de 2 minutinhos de caminhada entre a esquerda na Estrada do Redentor que é popularmente conhecida como Estrada das Paineiras.
|
|
Siga caminhado pela Estrada do Redentor cerca de 1 hora a 1h e 30min dependendo da velocidade do pessoal, do começo da Estrada do Redentor até a entrada da trilha são exatamente 4 quilômetros. Para achar a entrada da trilha é só reparar no lado direito da estrada uma placa com o dizer "Dirija Devagar - Animais Silvestres na Pista", repare que esse é um local plano com uma entrada na mata. Uma dica para achar a trilha: A entrada da trilha fica aproximadamente 20 minutos de caminhada após passar por uma praça que fica bem no meio da estrada, se você chegar no entroncamento da Estrada do Redentor com a Estrada do Sumaré, volte pois você já passou da entrada da trilha. Só a própria caminhada por essa estrada já vale o dia, só por ela passaremos por alguns mirantes e cachoeiras, de um dos seus mirantes é possível ver alguns picos da Floresta da Tijuca e até mesmo a Zona Norte e a Baia da Guanabara.
|
|
Siga pela trilha que aos poucos vai se alargando até virar praticamente uma estradinha plana e bem arborizada (esse é um acesso para o pessoal da Light fazer manutenção em algumas torres de transmissão), depois de 800 metros ou cerca de 10 minutos de caminhada repare uma entrada ao lado direito da trilha (um pouco antes dessa estradinha acabar), entre nessa bifurcação subindo um pequeno barranco e logo você vai se deparar com uma grande torre de transmissão. A trilha segue subindo a esquerda um pouquinho antes da torre, siga por aí que em poucos minutos chegaremos a uma outra torre de transmissão, nesse ponto passe por dentro dessa torre subindo o barranco cheio de mato para esquerda.
|
|
Agora a trilha sobe a face norte do Morro do Queimado, nesse trecho ela fica mais estreita mas ainda bem batida, sem bifurcação e ainda andaremos sob copas de árvores média estatura. Mesmo um pouco protegido do sol esse é o trecho mais desgastante pois a trilha começa a ficar cada vez mais íngreme. Repare que o piso dessa parte da trilha é totalmente diferente das outras trilhas do parque, é um solo mais arenoso repletos de pedrinhas brancas parecendo um cristal, talvez esse seja o motivo de que aqui não encontramos em abundancia árvores de grande porte.
|
|
Para compensar o esforço depois de 10 minutos dessa subida chegaremos ao primeiro e mais incrível mirante de toda travessia. Esse é o mirante "duplo", ou seja, de um lado é possível ver grande parte da Zona Norte, a Ilha do Governador, a Baia da Guanabara riscada pela ponte Rio de Niterói, alguns Picos da Floresta da Tijuca com destaque para o Perdido do Andaraí e ao fundo bem na linha do horizonte a grande muralha da Serra dos Órgãos. Do outro lado podemos apreciar toda Serra da Carioca com destaques para as antenas do Sumaré e o para a estátua do Cristo Redentor. É possível ver também nesse lado o Pão de Açúcar e atrás dele a boca da Baía e logo depois as praias da cidade de Niterói. Continuando o show vemos também nesse lado a Lagoa Rodrigo de Freitas, os bairros de Botafogo, Humaitá, Jardim Botânico, Gávea, Ipanema e o Leblon, o Morro dos Dois Irmãos e todas as ilhas do arquipélago das Cagarras. Realmente uma das vistas mais completas e incríveis de toda cidade, uma visão para encher os olhos e também o coração.
|
|
A trilha segue pois ainda não chegamos ao cume do Morro do Queimado, mas estamos a dois minutinhos do mesmo. O cume propriamente dito que fica a 719 metros é repleto de vegetação e é até mesmo difícil saber onde é o ponto mais alto. Pertinho do cume tem também um ótimo mirante virado para a Zona Sul, só que desse mirante além das atrações listadas no parágrafo acima também é possível ver o Morro do Cochrane, a Agulhinha da Gávea, o Morro do Chapecó e a Pedra da Gávea. Esse mirante é um bom local para tirar muitas fotos além de fazer um bom lanche caprichado.
|
|
A trilha agora desce a vertente sul do Queimado, andaremos ainda por essa areia branca que pode ser bastante escorregadia , nesse ponto da trilha passaremos por vários blocos de pedra onde no último vamos precisar do auxilio das mãos para descer. Nessa parte da trilha ao mesmo tempo que vamos caminhado vamos também apreciando o incrível visual da Zona Sul da cidade. Depois de 20 minutos de descida chegaremos em um local onde um bloco de pedra se debruça sob um enorme penhasco lembrando uma proa de um navio, essa é a "Pedra da Proa", um ótimo local para uma das fotos mais incríveis da sua vida, mas para tirar essa foto tem que ter coragem e não pode ter vertigem, cuidado, pois uma queda na Pedra da Proa certamente é fatal e dificilmente se encontrará os restos do corpo.
|
|
Depois da Pedra da Proa a trilha desce mais um pouquinho para começa a subir novamente e volta se adentrar na mata, depois de alguns minutos de subida chegaremos a um pequeno platô repleto de vegetação. Depois desse ponto a trilha começa a descer novamente, desça mais ou menos um desnível de 100 metros que leva cerca de 10 minutos até chegar a uma bifurcação a esquerda em um pequeno barranco. Assim que entrar a esquerda você sairá em uma trilha bem plana e bem marcada, siga nessa trilha para a direita que em mais ou menos 10 minutos de pernada chegaremos em um muro de pedra. Pule o muro e siga descendo pela escadaria de pedras, no final dela vá para a direita e siga até uma mesa também feita de pedra, essa é a "Mesa do Imperador".
|
|
A partir da Mesa do Imperador vamos apenas caminhar por estradinhas, mas precisamente pela Estrada da Vista Chinesa, mas não é por isso que a caminhada vai ser menos bela. Aqui você tem duas opções: Siga para a esquerda descendo pela estrada e caminhando cerca de 1,2 quilômetros até a Vista Chinesa, o que eu aconselho fortemente, pois é um belo cartão postal da cidade, mas a vista é bem parecida do que você já apreciou do alto do Queimado, ou siga para a direita pela mesma estrada até voltar para a praça onde começou a caminhada, é uma caminhada de 5,5 quilômetros que dura cerca de 1hora e 30 minutos.
|
|
Antes de chegar na praça existe um boteco que serve uma cervejinha bem gelada, uma ótima pedida para comemorar a realização desse belo circuito de 15 quilômetros.
História
Desde 1856 o Jardim Botânico estava ligado ao Alto de Boa Vista por uma estrada carroçável, aberta por influência do Barão do Bom Retiro e cuja execução e manutenção foi contratada a Thomas Cochrane. Nessa obra foram empregados trabalhadores "cules" trazidos de China (Macau) para desenvolver a lavoura do arroz , mas que, não tendo demonstrado qualquer habilidade para a agricultura, foram aproveitados na construção da estrada. Essa região apresenta uma assombrosa coincidência de presença chinesa, iniciada com a vinda dos plantadores do chá de D. João VI. Depois do fracasso dessa lavoura.
Em 1844 um mapa da área registra uma edificação denominada "Casa dos Chinas", provavelmente um resquício dessa primitiva experiência. Essa "vocação" provavelmente explica por que a Prefeitura (o prefeito Pereira Passos, em 1903, com projeto do arquiteto Luis Rey, em argamassa copiando o bambu) edificou ao margem dessa estrada, anos mais tarde, um pavilhão denominado "Vista Chinesa', que ainda pode ser visitado. Mais acima, um local preparado para servir como ponto de repouso nos freqüentes passeios da Família Real ganhou o nome de Mesa do Imperador.
Localização
O Morro do Queimado se localiza no Parque Nacional da Tijuca no Setor Serra da Carioca (Setor B) situado na Cidade do Rio de Janeiro.
Como Chegar
Quando Ir
Todas as estações são boas para caminhar até o Morro do Queimado, entretanto no verão as temperaturas podem chegar aos 40°C e as tempestades são freqüentes, principalmente no final da tarde. Nas demais estações a temperatura é mais amena tornando o passeio mais agradável.
Mapa Dinâmico
Acampamento
O acampamento dentro do Parque Nacional da Tijuca está proibido.
Galeria de Fotos
Download Tracklog
Download Mapa Topográfico
Dicas
  
Não esqueça de levar um bom filtro solar, mesmo quando o tempo estiver encoberto.Tempo
..: Clube do Aventureiros :..
www.clubedosaventureiros.com
Adote uma Montanha
Quer contribuir com o Guia de Trilhas / Montanhas e Cachoeiras? O Guia está aberto a contribuição de seus leitores. Clique para saber mais detalhes.
Artigos Relacionados:
| < Anterior |
|---|
Login
Quem está Online
Nós temos 106 visitantes online
Estatísticas
Visualizações : 11501802




comentários
Essa trilha que liga a vista chinesa ao Parque da Cidade me parece uma boa opção para fechar o passeio. Vocês tem mais detalhes sobre este trecho?
Abraço
Assine o RSS dos comentários