Essa bela travessia cruza literalmente todo Parque Estadual da Pedra Branca de Leste para Oeste, tendo seu inicio na sub-sede do Pau da Fome em Jacarepaguá. A trilha começa logo com um forte subida que segue por um caminho que corta o vale do Rio Grande, até a Casa Amarela que se situa em um vale entre o Pico da Pedra Branca (1.024 metros) e o Morro de Santa Bárbara (857 metros), passando da Casa Amarela a trilha da travessia entra em uma trilha denominada de "Caminho da Mangalarga", ao entrar nesse caminho, ela aos poucos vai perdendo altitude até chegar ao Rio da Prata já em Campo Grande. Essa travessia tem cerca de 14 quilômetros de extensão que normalmente é vencida em 6 horas.
A Casa Amarela era sede do antigo Sítio de Santa Bárbara, construída pelo agricultor Domingos Letra - ocupação modesta de estilo colonial, datada do início da década de 20, representa hoje um importante atrativo cultural situado no interior do Parque.
Situado na Zona Oeste da cidade, o Parque Estadual da Pedra Branca é o maior parque natural urbano do mundo, com área de 12.500 hectares, para se ter uma idéia que não é pouca coisa, é ele possui uma área quase 3 vezes maior que o Parque Nacional da Tijuca. O parque proteger resquícios da nossa Mata Atlântica e nele encontramos além do Pico da Pedra Branca que é o ponto culminante da cidade do Rio de Janeiro com 1024 metros de altitude, as represas do Camorim e do Pau da Fome, um antigo aqueduto, antigas fazendas coloniais e um importante patrimônio arquitetônico, com a Capela de São Gonçalo do Amarante, construída em 1625, a Igreja de Nossa Senhora de Monserrat, de 1776, e a Igreja de Nossa Senhora da Conceição e São Boaventura, construída por volta de 1730.
  
Altitude Máxima: 810 m.
  
Nível: Caminhada Pesada.
  
Distância: 14 km.
  
Duração: 6h00 min (Travessia).
  
Atração: Paisagem, Banho de Rio e Cachoeira.
A partir da sub-sede seguimos a estradinha de asfalto até a Represa do Rio Grande em menos de 5 minutos de caminhada, ao lado da represa, no final da estradinha começa a trilha que devemos seguir. A trilha começa em forte aclive e logo após 10 minutos na trilha surge a primeira bifurcação, onde existia uma placa com indicação da trilha mas infelizmente hoje só existe a armação de madeira, nessa bifurcação entramos a direita e seguimos por mais quinze minutos para cruzar um rio por cima de um tronco grosso de árvore que está servindo como ponte, esse rio que acabamos de cruzar é o Rio Grande, depois de mais 5 minutos caminhado entramos em uma bifurcação a esquerda (é a única bifurcação a esquerda de toda caminhada), nesse ponto não tem como errar pois é o caminho mais marcado.
Depois de mais de 30 minutos de caminhada cruzaremos mais uma vez o bonito Rio Grande, só que dessa vez o cruzamos pulando de pedra em pedra, a partir desse ponto o aclive da trilha começa a aumentar e depois de mais ou menos uma hora de zig-zag chegamos na Casa Amarela que fica a 648 de altitude. Normalmente se gasta cerca de duas horas da sede do parque até a Casa Amarela, até aqui já andamos cerca de quatro quilômetros e meio, e ainda falta cerca de três quilômetros até o cume, só que normalmente se leva mais duas horas e meia até o cume, nesse trecho final mesmo sendo mais curto se gasta mais tempo, pois as dificuldades e a inclinação da trilha aumentam um pouco mais.
A trilha até a Casa Amarela está bem aberta, mas é preciso ter alguma experiência em mato, ou conhecer o caminho para não errar, a partir da Casa Amarela, a trilha fica mais fechada, ainda mais que em algumas áreas onde caíram balões queimando a cobertura nativa que em seu lugar nasceram rapidamente samambaias que crescem muito rápido e acabam fechando a trilha e confundindo um pouco o caminho, além disso, existem alguns lugares que pelo pouco uso da trilha ela fica muito tênue, e é preciso estar bem atento para não perder o caminho.
Para achar a trilha correta nesse ponto é só seguir o cerca de arame farpado da casa amarela para a direita (sentido noroeste), repare que existe a metade de uma placa nesse ponto indicando o "Caminho da Pedra Branca", mas dessa placa só restou as letras "CAMIN..". A partir desse ponto caminharemos em uma trilha com milhares de flores que acaba recompensando os sacrifícios dos andarilhos. A trilha após alguns minutos de caminhada depois a Casa Amarela passa por um antigo caminho colonial, da para perceber isso pelas pedras colocadas cuidadosamente no meio da trilha, em quinze minutos de caminhada após a Casa Amarela chegaremos em uma porteira, não esqueça de fechar depois de passar.
Com mais quinze minutos caminhando após a porteira chegaremos a outra bifurcação, e essa é a mais importante de toda travessia, nesse ponto que está marcado com duas setas em um tronco de árvore, existe um caminho para esquerda descendo e outro a direita subindo, o caminho certo para o Rio da Prata é o da esquerda descendo, esse é o "Caminho da Mangalarga" que além de seguir para Campo Grande também vai para Vargem Grande. Se seguir para a direita subindo vamos seguir pela trilha para o Pico da Pedra Branca. Essa bifurcação é o ponto mais alto de toda travessia, a não ser se você quiser dá um pulinho antes no Pico da Pedra Branca. Ao entrar nessa bifurcação a trilha segue sempre descendo até chegar no final dela, já no Rio da Prata.
O inicio do Caminho do Manga Larga está bem marcado e aberto e segue em declive suave sobre a sombra de frondosas árvores de nossa Mata Atlântica que de vez em quando nos dão uma brecha que nos permite vislumbrar algumas belas paisagens. Depois de dez minutos de caminhada após a bifurcação passaremos por mais um córrego, e com mais vinte passaremos por ruínas de uma casa de um antigo morador. Logo após essa casa a descida fica mais forte e a vegetação começa a mudar. Com mais quinze minutos passaremos por um “bica” d’água feita por um caninho ao lado de um portão.
Após mais alguns minutos a trilha muda totalmente, a vegetação fica menos densa e os horizontes se ampliam totalmente, desse ponto já conseguimos ter um bonito visual do bairro de Campo Grande, de algumas montanhas do próprio parque e até mesmo as da Serra do Mendanha, realmente um show, só que nesse ponto a trilha fica um pouco mais erodida. Com mais quinze minutos de descida passaremos em frente a uma porteira de uma casa e com mais cinco por outra porteira. Com mais sete minutos passaremos por uma bifurcação, onde continuaremos seguindo pela trilha principal que nesse ponto dá uma subida, mas logo depois volta a descer, e com mais dez minutos passaremos por outra bifurcação que também seguiremos reto sempre pela trilha principal. Dependendo da época do ano essa parte da trilha fica totalmente florida com monte de "Marias Sem-Vergonha", outro show à parte.
Seguir reto pela trilha principal vai ser uma constante nessa parte da trilha, pois essa travessia segue pela principal trilha dessa parte do parque, por isso estaremos caminhado ("normalmente") sempre pela trilha mais marcada.
Andando mais dez minutos chegaremos a um casebre feito de pau-a-pique, e em frente a esse casebre encontramos um mirante duplo, ou seja, de lá podemos apreciar uma bela vista da vertente que é virada para o bairro de Vargem Grande e do outro lado ainda podemos apreciar o visual vertente do bairro de Campo Grande.
A trilha fica cada vez mais marcada, pois agora ela é usada por moradores e por plantadores de banana, com menos de dez minutos passaremos por uma bifurcação onde seguiremos reto e logo depois passaremos por uma outra bifurcação onde pegaremos o caminho da direita, após entrar a direita seguiremos descendo agora em zig-zag. Com mais quinze minutos passaremos por um acesso a uma casa, mas seguiremos sempre descendo seguindo pela trilha principal que aos poucos se transforma em uma estradinha precária, mas que já dá para passar um carro, praticamente fica impossível se perder.
Seguindo por essa estradinha por trinta minutos chegaremos a um acesso a direita para o Rio da Prata, é fácil reconhecer o local pelo barulhinho característico da água. Como já está quase no final da travessia, vale à pena dá uma paradinha nesse ponto para se refrescar nas geladas águas do Rio da Prata e também aproveitar para fazer um lanchinho reforçado.
Continuando na estradinha por mais cinco minutos passaremos por uma entrada que dá acesso para uma piscina natural formada pelas águas do Rio da Prata, essa piscina é muito usada pelos moradores dos bairros vizinhos, pois nas redondezas faltam opções de lazer. Infelizmente, falando em opções de lazer, essa parte do parque é muito usada pelos praticantes de Motocross, nada contra, mas essa atividade é totalmente proibida dentro de nossos parques, pois deteriora totalmente as trilhas, sem contar que o barulho ensurdecedor dos motores das motos claramente pode estressar a fauna local. Pela total falta de fiscalização essa prática é costumeira dentro do parque e normalmente o pessoal do Motocross segue até o mirante duplo para depois voltar para se refrescar no Rio da Prata.
Com menos de 15 minutos a mais de caminhada chegaremos ao portão do Parque já em Campo Grande, mais precisamente no Bairro de Rio da Prata, mas não espere nada a mais que um simples portão, pois essa portaria não possui sede. O parque acabou, mas a caminhada não, mas agora é necessário andar mais 20 minutos pelo Caminho do Morro dos Caboclos, que é uma estradinha de terra até o ponto de ônibus que fica na Estrada do Cabuçu.
Essa travessia cruza todo Parque Estadual da Pedra Branca que situado na Zona Oeste da Cidade do Rio de Janeiro.
  
Núcleo Pau da Fome:
Pelo largo da Taquara, entrar na Estrada do Rio Grande e seguir até o Largo da Capela, onde termina a Rio Grande. Entrar na Estrada do Pau da Fome e seguir em frente uns dez minutos até a entrada da sede. Estrada do Pau da Fome nº 4003.
  
Núcleo Camorim:
Vindo da Barra ou de Jacarepaguá, pela Estrada dos Bandeirantes, entrar na Estrada do Camorim e seguir até o largo da Capela de São Gonçalo do Amarante. Chegando na Capela, mantenha à esquerda e siga em frente até a entrada da Subsede do Parque.
  
Núcleo Piraquara:
Chegando em Realengo o acesso é pela Praça Campo de Marte (Praça do Canhão), seguir a Rua Bernado de Vasconcelos até entrar a esquerda na Rua do Imperador, seguir na Rua do Imperador até fazer uma curva suave à esquerda para acessar a Rua dos Limites e depois entrar a direita na Rua do Governo, segui-la até o final.
Todas as estações são boas para fazer essa travessia, entretanto no verão as temperaturas podem chegar aos 40°C e as tempestades são freqüentes, principalmente no final da tarde. Nas demais estações a temperatura é mais amena tornando o passeio mais agradável.
Mapa Topográfico do Maciço da Pedra Branca - Rio de Janeiro - RJ - 1:50.000 - IPP
Tracklog do Pico da Pedra Branca com Travessia Pau da Fome x Rio da Prata - Parque Estadual da Pedra Branca (PEPB) - Rio de Janeiro - RJ
Tracklog da Travessia Pau da Fome x Rio da Prata - Parque Estadual da Pedra Branca (PEPB) - Rio de Janeiro - RJ
O acampamento dentro do Parque Estadual da Pedra Branca está proibido.
  
Núcleo Pau da Fome:
Estrada do Pau-da-Fome, 4003, Jacarepaguá, Rio de Janeiro - RJ
CEP: 22723-490
  
Núcleo Camorim:
Estrada do Camorim, 2118, Camorim, Rio de Janeiro - RJ
CEP: 22780-070
  
Núcleo Piraquara:
Rua do Governo s/n (no final), Realengo, Rio de Janeiro - RJ
  
Administração: (21) 3347-1786
  
Agendamento neap: (21) 2333-6653
Chefe do PEPB: Alexandre M. Pedroso.
De Terça a Domingo, das 9h às 16h30 min.
2009-08 - Travessia Piraraquara x Pau da Fome via Pedra do Ponto
2009-07 - Travessia Pau da Fome x Camorim via Pedra do Quilombo
2009-03 - Travessia Camorim - Vargem Grande
2008-11 - Pedra Branca com Travessia Pau da Fome x Rio da Prata
2005-11 - Pedra do Quilombo
2005-04 - Pedra da Tartaruga
  
Não esqueça de levar um bom filtro solar, mesmo quando o tempo estiver encoberto.
Adote uma Montanha
Travessia Pau da Fome x Rio da Prata via Casa Amarela
Descrição
Essa bela travessia cruza literalmente todo Parque Estadual da Pedra Branca de Leste para Oeste, tendo seu inicio na sub-sede do Pau da Fome em Jacarepaguá. A trilha começa logo com um forte subida que segue por um caminho que corta o vale do Rio Grande, até a Casa Amarela que se situa em um vale entre o Pico da Pedra Branca (1.024 metros) e o Morro de Santa Bárbara (857 metros), passando da Casa Amarela a trilha da travessia entra em uma trilha denominada de "Caminho da Mangalarga", ao entrar nesse caminho, ela aos poucos vai perdendo altitude até chegar ao Rio da Prata já em Campo Grande. Essa travessia tem cerca de 14 quilômetros de extensão que normalmente é vencida em 6 horas.
A Casa Amarela era sede do antigo Sítio de Santa Bárbara, construída pelo agricultor Domingos Letra - ocupação modesta de estilo colonial, datada do início da década de 20, representa hoje um importante atrativo cultural situado no interior do Parque.
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Situado na Zona Oeste da cidade, o Parque Estadual da Pedra Branca é o maior parque natural urbano do mundo, com área de 12.500 hectares, para se ter uma idéia que não é pouca coisa, é ele possui uma área quase 3 vezes maior que o Parque Nacional da Tijuca. O parque proteger resquícios da nossa Mata Atlântica e nele encontramos além do Pico da Pedra Branca que é o ponto culminante da cidade do Rio de Janeiro com 1024 metros de altitude, as represas do Camorim e do Pau da Fome, um antigo aqueduto, antigas fazendas coloniais e um importante patrimônio arquitetônico, com a Capela de São Gonçalo do Amarante, construída em 1625, a Igreja de Nossa Senhora de Monserrat, de 1776, e a Igreja de Nossa Senhora da Conceição e São Boaventura, construída por volta de 1730.
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Altitude Máxima: 810 m.  
Nível: Caminhada Pesada.  
Distância: 14 km.  
Duração: 6h00 min (Travessia).  
Atração: Paisagem, Banho de Rio e Cachoeira.A Trilha
A partir da sub-sede seguimos a estradinha de asfalto até a Represa do Rio Grande em menos de 5 minutos de caminhada, ao lado da represa, no final da estradinha começa a trilha que devemos seguir. A trilha começa em forte aclive e logo após 10 minutos na trilha surge a primeira bifurcação, onde existia uma placa com indicação da trilha mas infelizmente hoje só existe a armação de madeira, nessa bifurcação entramos a direita e seguimos por mais quinze minutos para cruzar um rio por cima de um tronco grosso de árvore que está servindo como ponte, esse rio que acabamos de cruzar é o Rio Grande, depois de mais 5 minutos caminhado entramos em uma bifurcação a esquerda (é a única bifurcação a esquerda de toda caminhada), nesse ponto não tem como errar pois é o caminho mais marcado.
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Depois de mais de 30 minutos de caminhada cruzaremos mais uma vez o bonito Rio Grande, só que dessa vez o cruzamos pulando de pedra em pedra, a partir desse ponto o aclive da trilha começa a aumentar e depois de mais ou menos uma hora de zig-zag chegamos na Casa Amarela que fica a 648 de altitude. Normalmente se gasta cerca de duas horas da sede do parque até a Casa Amarela, até aqui já andamos cerca de quatro quilômetros e meio, e ainda falta cerca de três quilômetros até o cume, só que normalmente se leva mais duas horas e meia até o cume, nesse trecho final mesmo sendo mais curto se gasta mais tempo, pois as dificuldades e a inclinação da trilha aumentam um pouco mais.
A trilha até a Casa Amarela está bem aberta, mas é preciso ter alguma experiência em mato, ou conhecer o caminho para não errar, a partir da Casa Amarela, a trilha fica mais fechada, ainda mais que em algumas áreas onde caíram balões queimando a cobertura nativa que em seu lugar nasceram rapidamente samambaias que crescem muito rápido e acabam fechando a trilha e confundindo um pouco o caminho, além disso, existem alguns lugares que pelo pouco uso da trilha ela fica muito tênue, e é preciso estar bem atento para não perder o caminho.
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Para achar a trilha correta nesse ponto é só seguir o cerca de arame farpado da casa amarela para a direita (sentido noroeste), repare que existe a metade de uma placa nesse ponto indicando o "Caminho da Pedra Branca", mas dessa placa só restou as letras "CAMIN..". A partir desse ponto caminharemos em uma trilha com milhares de flores que acaba recompensando os sacrifícios dos andarilhos. A trilha após alguns minutos de caminhada depois a Casa Amarela passa por um antigo caminho colonial, da para perceber isso pelas pedras colocadas cuidadosamente no meio da trilha, em quinze minutos de caminhada após a Casa Amarela chegaremos em uma porteira, não esqueça de fechar depois de passar.
Com mais quinze minutos caminhando após a porteira chegaremos a outra bifurcação, e essa é a mais importante de toda travessia, nesse ponto que está marcado com duas setas em um tronco de árvore, existe um caminho para esquerda descendo e outro a direita subindo, o caminho certo para o Rio da Prata é o da esquerda descendo, esse é o "Caminho da Mangalarga" que além de seguir para Campo Grande também vai para Vargem Grande. Se seguir para a direita subindo vamos seguir pela trilha para o Pico da Pedra Branca. Essa bifurcação é o ponto mais alto de toda travessia, a não ser se você quiser dá um pulinho antes no Pico da Pedra Branca. Ao entrar nessa bifurcação a trilha segue sempre descendo até chegar no final dela, já no Rio da Prata.
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O inicio do Caminho do Manga Larga está bem marcado e aberto e segue em declive suave sobre a sombra de frondosas árvores de nossa Mata Atlântica que de vez em quando nos dão uma brecha que nos permite vislumbrar algumas belas paisagens. Depois de dez minutos de caminhada após a bifurcação passaremos por mais um córrego, e com mais vinte passaremos por ruínas de uma casa de um antigo morador. Logo após essa casa a descida fica mais forte e a vegetação começa a mudar. Com mais quinze minutos passaremos por um “bica” d’água feita por um caninho ao lado de um portão.
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Após mais alguns minutos a trilha muda totalmente, a vegetação fica menos densa e os horizontes se ampliam totalmente, desse ponto já conseguimos ter um bonito visual do bairro de Campo Grande, de algumas montanhas do próprio parque e até mesmo as da Serra do Mendanha, realmente um show, só que nesse ponto a trilha fica um pouco mais erodida. Com mais quinze minutos de descida passaremos em frente a uma porteira de uma casa e com mais cinco por outra porteira. Com mais sete minutos passaremos por uma bifurcação, onde continuaremos seguindo pela trilha principal que nesse ponto dá uma subida, mas logo depois volta a descer, e com mais dez minutos passaremos por outra bifurcação que também seguiremos reto sempre pela trilha principal. Dependendo da época do ano essa parte da trilha fica totalmente florida com monte de "Marias Sem-Vergonha", outro show à parte.
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Seguir reto pela trilha principal vai ser uma constante nessa parte da trilha, pois essa travessia segue pela principal trilha dessa parte do parque, por isso estaremos caminhado ("normalmente") sempre pela trilha mais marcada.
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Andando mais dez minutos chegaremos a um casebre feito de pau-a-pique, e em frente a esse casebre encontramos um mirante duplo, ou seja, de lá podemos apreciar uma bela vista da vertente que é virada para o bairro de Vargem Grande e do outro lado ainda podemos apreciar o visual vertente do bairro de Campo Grande.
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A trilha fica cada vez mais marcada, pois agora ela é usada por moradores e por plantadores de banana, com menos de dez minutos passaremos por uma bifurcação onde seguiremos reto e logo depois passaremos por uma outra bifurcação onde pegaremos o caminho da direita, após entrar a direita seguiremos descendo agora em zig-zag. Com mais quinze minutos passaremos por um acesso a uma casa, mas seguiremos sempre descendo seguindo pela trilha principal que aos poucos se transforma em uma estradinha precária, mas que já dá para passar um carro, praticamente fica impossível se perder.
Seguindo por essa estradinha por trinta minutos chegaremos a um acesso a direita para o Rio da Prata, é fácil reconhecer o local pelo barulhinho característico da água. Como já está quase no final da travessia, vale à pena dá uma paradinha nesse ponto para se refrescar nas geladas águas do Rio da Prata e também aproveitar para fazer um lanchinho reforçado.
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Continuando na estradinha por mais cinco minutos passaremos por uma entrada que dá acesso para uma piscina natural formada pelas águas do Rio da Prata, essa piscina é muito usada pelos moradores dos bairros vizinhos, pois nas redondezas faltam opções de lazer. Infelizmente, falando em opções de lazer, essa parte do parque é muito usada pelos praticantes de Motocross, nada contra, mas essa atividade é totalmente proibida dentro de nossos parques, pois deteriora totalmente as trilhas, sem contar que o barulho ensurdecedor dos motores das motos claramente pode estressar a fauna local. Pela total falta de fiscalização essa prática é costumeira dentro do parque e normalmente o pessoal do Motocross segue até o mirante duplo para depois voltar para se refrescar no Rio da Prata.
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Com menos de 15 minutos a mais de caminhada chegaremos ao portão do Parque já em Campo Grande, mais precisamente no Bairro de Rio da Prata, mas não espere nada a mais que um simples portão, pois essa portaria não possui sede. O parque acabou, mas a caminhada não, mas agora é necessário andar mais 20 minutos pelo Caminho do Morro dos Caboclos, que é uma estradinha de terra até o ponto de ônibus que fica na Estrada do Cabuçu.
Localização
Essa travessia cruza todo Parque Estadual da Pedra Branca que situado na Zona Oeste da Cidade do Rio de Janeiro.
Como Chegar
  
Núcleo Pau da Fome:Pelo largo da Taquara, entrar na Estrada do Rio Grande e seguir até o Largo da Capela, onde termina a Rio Grande. Entrar na Estrada do Pau da Fome e seguir em frente uns dez minutos até a entrada da sede. Estrada do Pau da Fome nº 4003.
  
Núcleo Camorim:Vindo da Barra ou de Jacarepaguá, pela Estrada dos Bandeirantes, entrar na Estrada do Camorim e seguir até o largo da Capela de São Gonçalo do Amarante. Chegando na Capela, mantenha à esquerda e siga em frente até a entrada da Subsede do Parque.
  
Núcleo Piraquara:Chegando em Realengo o acesso é pela Praça Campo de Marte (Praça do Canhão), seguir a Rua Bernado de Vasconcelos até entrar a esquerda na Rua do Imperador, seguir na Rua do Imperador até fazer uma curva suave à esquerda para acessar a Rua dos Limites e depois entrar a direita na Rua do Governo, segui-la até o final.
Quando Ir
Todas as estações são boas para fazer essa travessia, entretanto no verão as temperaturas podem chegar aos 40°C e as tempestades são freqüentes, principalmente no final da tarde. Nas demais estações a temperatura é mais amena tornando o passeio mais agradável.
Mapa Dinâmico
Altimetria
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Carta Topográfica
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Acampamento
O acampamento dentro do Parque Estadual da Pedra Branca está proibido.
Endereços do Parque
  
Núcleo Pau da Fome:Estrada do Pau-da-Fome, 4003, Jacarepaguá, Rio de Janeiro - RJ
CEP: 22723-490
  
Núcleo Camorim:Estrada do Camorim, 2118, Camorim, Rio de Janeiro - RJ
CEP: 22780-070
  
Núcleo Piraquara:Rua do Governo s/n (no final), Realengo, Rio de Janeiro - RJ
Telefones do Parque
  
Administração: (21) 3347-1786  
Agendamento neap: (21) 2333-6653Chefe do PEPB: Alexandre M. Pedroso.
Horário de Visitação
De Terça a Domingo, das 9h às 16h30 min.
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