Essa bela travessia atravessa uma exuberante área de Mata Atlântica localizada na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro, mas precisamente no Parque Estadual da Pedra Branca. Essa travessia começa na sub-sede do Camorim, passando pelo açude do Camorim acabando na Estrada do Sacarrão já em Vargem Grande.
Camorim é um nome derivado do Tupi “CAMURY”, CA (Mata) e MURY (mosca ou mosquitos), “mata com muitos mosquitos”. Esse nome designa o bairro, e sua principal estrada de acesso, o açude e uma cachoeira. Toda essa região pertencia a Gonçalo Correia de Sá e era conhecida como Pirapitingui (peixe de escamas branca). Nela, Correia de Sá possuía a antiga fazenda do Camorim, onde, em 1625, mandou levantar a capela de São Gonçalo de Amarante, padroeiro do lugar, que existe até hoje.
A maior parte do bairro do Camorim e Vargem Grande está ocupada pelas montanhas do maciço da Pedra Branca, abrangendo a Pedra Rosilha e a Serra do Nogueira. A herdeira de Correia de Sá, Dona Vitória de Sá, tinha um primitivo engenho que foi dividido em três grandes fazendas. Esse engenho era enorme e era chamado de Engenho do Camorim, ele incluindo o atual bairro do Camorim, de Vargem Pequena, de Vargem Grande, parte da Barra da Tijuca e parte do Recreio dos Bandeirantes. Dona Vitória deixou em testamento o Engenho do Camorim para os padres beneditinos, que ocuparam a região por cerca de 200 anos.
Dentro da floresta, em uma bacia fechada pelas montanhas, encontram-se o Açude do Camorim, com área de 210.000 m3 e profundidade de 18 metros, 435 acima do nível do mar, o açude possui cerca de um quarto do tamanho da Lagoa Rodrigo de Freitas. O açude foi planejado por Sampaio Corrêa e construído por Henrique de Novaes em 1908, formando um dos mais belos recantos da Cidade.
O açude está localizado entre as Serras do Quilombo, do Nogueira e o Pico do Sacarrão, num vale cercado de muito verde, mais abaixo encontramos as cachoeiras do Camorim e Véu-da-Noiva, essa última junto à represa de captação e à caixa d’Água, construídas em 1908. Infelizmente não é permitido o banho nas águas do açude, pois as mesmas bastecem até hoje parte da Zona Oeste do Rio de Janeiro e sem contar que existem perigosos sumidouros no açude.
Situado na Zona Oeste da cidade, o Parque Estadual da Pedra Branca é o maior parque natural urbano do mundo, com área de 12.500 hectares, para se ter uma idéia que não é pouca coisa, é ele possui uma área quase 3 vezes maior que o Parque Nacional da Tijuca. O parque proteger resquícios da nossa Mata Atlântica e nele encontramos além do Pico da Pedra Branca que é o ponto culminante da cidade do Rio de Janeiro com 1024 metros de altitude, as represas do Camorim e do Pau da Fome, um antigo aqueduto, antigas fazendas coloniais e um importante patrimônio arquitetônico, com a Capela de São Gonçalo do Amarante, construída em 1625, a Igreja de Nossa Senhora de Monserrat, de 1776, e a Igreja de Nossa Senhora da Conceição e São Boaventura, construída por volta de 1730.
  
Altitude Máxima: 514 m (Alto da Vertente).
  
Nível: Caminhada Leve Superior.
  
Distância: 11 km.
  
Duração: 4h00 min até 5h30 min (Toda Travessia).
  
Atração: Paisagem, Açude e Cachoeira.
A trilha para a Travessia Camorim - Vargem Grande começa um pouco depois do portão de entrada da sub-sede do Camorim. Essa sub-sede está localizada no final da estrada do Camorim.
Podemos dividir essa trilha em 3 partes:
  
1- A primeira parte da trilha segue pela trilha do Açude do Camorim subindo até chegar ao açude - 3,4 km;
  
2- A segunda parte começa no açude e segue subindo por uma trilha bem tênue até o Alto da Vertente (ponto mais alto da trilha) que é o divisor das Florestas do Camorim e de Vargem Grande, essa parte da trilha é a mais complicada, pois nessa parte a trilha não está bem marcada - 2,6 km;
  
3- A terceira parte é a descida do Alto da Vertente até a Estrada do Sacarrão – 3,2km .
Na sub-sede do Camorim, após o portão do parque entrar na primeira trilha a sua esquerda, nesse ponto existe uma placa indicando a entrada da trilha para o Açude do Camorim, mas antes de pegar a trilha é obrigatório fazer o registro de entrada no escritório local do parque.
A trilha para o açude é muito bem marcada e segue sempre subindo com um desnível aproximado de 300 metros, nessa parte da trilha quando passar por bifurcações é só seguir a mais marcada e em mais ou menos 1 hora e 10 minutos de caminhada chega-se ao açude. Essa parte da trilha está bem marcada porque além das pessoas que visitam o açude caminhado também tem o pessoal do moto-cross que entra clandestinamente no parque e vai de moto até o açude. Quem tem um olho mais atento pode reparar nas marcas dos pneus na trilha. Nessa parte da trilha é possível de avistar parte das formações rochosas que compõem o Parque da Pedra Branca e também em um pequeno mirante podemos admirar o Maciço da Tijuca e a Pedra da Gávea. Nessa parte da trilha vamos ver vários muros de pedras cobertas de limo no nosso lado esquerdo, as pedras são sobras da construção da represa.
Após a merecida parada para descanso a beira do açude, siga a trilha que segue para a esquerda beirando a margem do açude até praticamente o seu final onde a trilha começa a subir começando a virar para noroeste, em 10 minutos de caminhada aparecerá uma bifurcação onde devemos entrar para a esquerda. A partir desse ponto a trilha fica muito tênue e quase desaparece, é preciso ter um faro apurado para achá-la, mas não é difícil, recomendo que o grupo tenha pelo menos um montanhista experiente. Depois da bifurcação em menos 10 minutos de caminhada passaremos ao lado de uma espécie de fundação feita de blocos de pedras e um pouco depois atravessaremos um riacho.
Um pouco depois de cruzar o riacho começaremos a caminhar paralelamente a um leito de rio no nosso lado direito (esse rio deságua no açude), esse rio nos acompanhará ao longo de 10 minutos de caminhada. Logo após de deixar de acompanhar o rio cruzaremos outro riacho e em seguida nos depararemos com uma incrível Figueira com suas raízes gigantes, vale a pena dá uma parada para uma foto e para admirar a Figueira, quem tiver em um grupo grande vale se juntar para tentar dar um abraço nessa árvore para dar energizada no grupo. E para quem já estava impressionado com essa árvore, siga na trilha mais um pouco até se deparar com outra incrível Figueira, só que nesse caso são duas Figueiras e elas são gêmeas, são dois troncos, mas com uma única raiz, vale a pena mais uma parada para mais fotos.
Depois dessa figueira gêmea a trilha dá uma desviada seguindo mais para a esquerda e logo depois ela cruza por mais um riacho, 5 minutos depois do riacho entraremos a esquerda em uma bifurcação e com mais 5 minutos chegaremos ao Alto da Vertente que é o ponto mais alto dessa travessia com 514 metros de altitude. Do açude até o Alto da Vertente vencemos um desnível de 80 metros.
A partir do Alto da Vertente é só alegria, é uma descida com um desnível de 380 metros até chegar a Estrada do Sacarrão, final da travessia. Após 20 minutos de descida atravessaremos mais um riacho e logo depois caminharemos durante alguns minutos paralelo a um rio ao nosso lado esquerdo, e logo depois atravessaremos novamente outro riacho. Após 2 minutos depois de atravessar o último riacho ou quase 30 minutos do Alto da Vertente aparecerá uma bifurcação, onde devemos entrar à direita, se formos reto sairemos em uma plantação de banana, e o que parece é quem tem muita gente errando nesse ponto, pois a trilha para as bananeiras está mais marcada que o caminho correto dessa travessia, então atenção nesse ponto.
A partir dessa bifurcação a trilha fica mais bem marcada, acho que deva estar assim porque esta parte da trilha está sendo usada pelos plantadores locais de bananas. Após mais 5 minutos após a última bifurcação passaremos por mais um riacho e logo em seguida por uma casa e em mais 3 minutos passaremos por mais uma porteira onde acaba a trilha e começa uma estradinha de terra. Seguindo por essa estradinha por volta de 15 minutos passaremos por uma corrente e com mais 10 minutos passaremos por uma casinha da Cedae, que fica no nosso lado direito, nesse ponto começa efetivamente a Estrada do Sacarrão, e é o final dessa travessia.
Ida:
Se você for de carro você poderá deixar seu carro no início da Estrada do Camorim, que fica na esquina com a Estrada dos Bandeirantes, ou ir de carro até a entrada do Parque. Atualmente está proibido estacionar dentro da sub-sede do parque, mas dá para estacionar um pouco antes do portão na própria Estrada do Camorim. Se você optou deixar seu carro no inicio da Estrada do Camorim ou se foi de ônibus existe a possibilidade de pegar uma van até a entrada do parque, ou vá a pé mesmo, isso acrescenta 2,7 km a travessia.
Volta:
A volta se você deixou seu carro no Camorim, você vai precisar andar toda a Estrada do Sacarrão (Vargem Grande) até chegar a Estrada dos Bandeirantes, onde existe a possibilidade de pegar uma van ou um ônibus de volta para o Camorim, a caminhada na estrada do Sacarrão vai aumentar em 3,2 km a travessia.
Se você tem mais de um carro no seu grupo, você pode optar em deixar um carro apenas na esquina da Estrada do Camorim com a Estrada dos Bandeirantes, e subir o resto do grupo até o parque nos outros carros. Na volta, apenas os motoristas dos carros sobem com o carro que ficou em baixo para buscar os carros que ficaram na porta do parque.
A Travessia Camorim x Vargem Grande se passa nas terras do Parque Estadual da Pedra Branca que está situado na Zona Oeste da Cidade do Rio de Janeiro.
  
Núcleo Camorim:
Vindo da Barra ou de Jacarepaguá, pela Estrada dos Bandeirantes, entrar na Estrada do Camorim e seguir até o largo da Capela de São Gonçalo do Amarante. Chegando na Capela, mantenha à esquerda e siga em frente até a entrada da Subsede do Parque.
  
Vargem Grande:
Vindo da Barra ou de Jacarepaguá, pela Estrada dos Bandeirantes, entrar na Estrada do Sacarrão (a Estrada do Sacarrão fica quase em frente ao Restaurante Gepeto) e seguir por volta de 3 km, ou até onde seu carro conseguir chegar, depois disso siga a pé mesmo.
Todas as estações são boas para fazer Travessia Camorim x Vargem Grande, entretanto no verão as temperaturas podem chegar aos 40°C e as tempestades são freqüentes, principalmente no final da tarde. Nas demais estações a temperatura é mais amenua tornando o passeio mais agradável.
Mapa Topográfico do Maciço da Pedra Branca - Rio de Janeiro - RJ - 1:50.000
Tracklog da Travessia Camorim x Vargem Grande - Parque Estadual da Pedra Branca (PEPB) - Rio de Janeiro - RJ
O acampamento dentro do Paque Estadual da Pedra Branca está proibido.
  
Núcleo Pau da Fome:
Estrada do Pau-da-Fome, 4003, Jacarepaguá, Rio de Janeiro - RJ
CEP: 22723-490
  
Núcleo Camorim:
Estrada do Camorim, 2118, Camorim, Rio de Janeiro - RJ
CEP: 22780-070
  
Núcleo Piraquara:
Rua do Governo s/n (no final), Realengo, Rio de Janeiro - RJ
  
Administração: (21) 3347-1786
  
Agendamento neap: (21) 2333-6653
Chefe do PEPB: Alexandre M. Pedroso.
De Terça a Domingo, das 9h às 16h30 min.
2009-08 - Travessia Piraraquara x Pau da Fome via Pedra do Ponto
2009-07 - Travessia Pau da Fome x Camorim via Pedra do Quilombo
2009-03 - Travessia Camorim - Vargem Grande
2008-11 - Pedra Branca com Travessia Pau da Fome x Rio da Prata
2005-11 - Pedra do Quilombo
2005-04 - Pedra da Tartaruga
  
Não esqueça de levar um bom filtro solar, mesmo quando o tempo estiver encoberto.
Adote uma Montanha
Travessia Camorim x Vargem Grande
Descrição
Essa bela travessia atravessa uma exuberante área de Mata Atlântica localizada na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro, mas precisamente no Parque Estadual da Pedra Branca. Essa travessia começa na sub-sede do Camorim, passando pelo açude do Camorim acabando na Estrada do Sacarrão já em Vargem Grande.
Camorim é um nome derivado do Tupi “CAMURY”, CA (Mata) e MURY (mosca ou mosquitos), “mata com muitos mosquitos”. Esse nome designa o bairro, e sua principal estrada de acesso, o açude e uma cachoeira. Toda essa região pertencia a Gonçalo Correia de Sá e era conhecida como Pirapitingui (peixe de escamas branca). Nela, Correia de Sá possuía a antiga fazenda do Camorim, onde, em 1625, mandou levantar a capela de São Gonçalo de Amarante, padroeiro do lugar, que existe até hoje.
A maior parte do bairro do Camorim e Vargem Grande está ocupada pelas montanhas do maciço da Pedra Branca, abrangendo a Pedra Rosilha e a Serra do Nogueira. A herdeira de Correia de Sá, Dona Vitória de Sá, tinha um primitivo engenho que foi dividido em três grandes fazendas. Esse engenho era enorme e era chamado de Engenho do Camorim, ele incluindo o atual bairro do Camorim, de Vargem Pequena, de Vargem Grande, parte da Barra da Tijuca e parte do Recreio dos Bandeirantes. Dona Vitória deixou em testamento o Engenho do Camorim para os padres beneditinos, que ocuparam a região por cerca de 200 anos.
Dentro da floresta, em uma bacia fechada pelas montanhas, encontram-se o Açude do Camorim, com área de 210.000 m3 e profundidade de 18 metros, 435 acima do nível do mar, o açude possui cerca de um quarto do tamanho da Lagoa Rodrigo de Freitas. O açude foi planejado por Sampaio Corrêa e construído por Henrique de Novaes em 1908, formando um dos mais belos recantos da Cidade.
|
|
O açude está localizado entre as Serras do Quilombo, do Nogueira e o Pico do Sacarrão, num vale cercado de muito verde, mais abaixo encontramos as cachoeiras do Camorim e Véu-da-Noiva, essa última junto à represa de captação e à caixa d’Água, construídas em 1908. Infelizmente não é permitido o banho nas águas do açude, pois as mesmas bastecem até hoje parte da Zona Oeste do Rio de Janeiro e sem contar que existem perigosos sumidouros no açude.
|
|
Situado na Zona Oeste da cidade, o Parque Estadual da Pedra Branca é o maior parque natural urbano do mundo, com área de 12.500 hectares, para se ter uma idéia que não é pouca coisa, é ele possui uma área quase 3 vezes maior que o Parque Nacional da Tijuca. O parque proteger resquícios da nossa Mata Atlântica e nele encontramos além do Pico da Pedra Branca que é o ponto culminante da cidade do Rio de Janeiro com 1024 metros de altitude, as represas do Camorim e do Pau da Fome, um antigo aqueduto, antigas fazendas coloniais e um importante patrimônio arquitetônico, com a Capela de São Gonçalo do Amarante, construída em 1625, a Igreja de Nossa Senhora de Monserrat, de 1776, e a Igreja de Nossa Senhora da Conceição e São Boaventura, construída por volta de 1730.
  
Altitude Máxima: 514 m (Alto da Vertente).  
Nível: Caminhada Leve Superior.  
Distância: 11 km.  
Duração: 4h00 min até 5h30 min (Toda Travessia).  
Atração: Paisagem, Açude e Cachoeira.A Trilha
A trilha para a Travessia Camorim - Vargem Grande começa um pouco depois do portão de entrada da sub-sede do Camorim. Essa sub-sede está localizada no final da estrada do Camorim.
Podemos dividir essa trilha em 3 partes:
  
1- A primeira parte da trilha segue pela trilha do Açude do Camorim subindo até chegar ao açude - 3,4 km;  
2- A segunda parte começa no açude e segue subindo por uma trilha bem tênue até o Alto da Vertente (ponto mais alto da trilha) que é o divisor das Florestas do Camorim e de Vargem Grande, essa parte da trilha é a mais complicada, pois nessa parte a trilha não está bem marcada - 2,6 km;  
3- A terceira parte é a descida do Alto da Vertente até a Estrada do Sacarrão – 3,2km .Na sub-sede do Camorim, após o portão do parque entrar na primeira trilha a sua esquerda, nesse ponto existe uma placa indicando a entrada da trilha para o Açude do Camorim, mas antes de pegar a trilha é obrigatório fazer o registro de entrada no escritório local do parque.
|
|
A trilha para o açude é muito bem marcada e segue sempre subindo com um desnível aproximado de 300 metros, nessa parte da trilha quando passar por bifurcações é só seguir a mais marcada e em mais ou menos 1 hora e 10 minutos de caminhada chega-se ao açude. Essa parte da trilha está bem marcada porque além das pessoas que visitam o açude caminhado também tem o pessoal do moto-cross que entra clandestinamente no parque e vai de moto até o açude. Quem tem um olho mais atento pode reparar nas marcas dos pneus na trilha. Nessa parte da trilha é possível de avistar parte das formações rochosas que compõem o Parque da Pedra Branca e também em um pequeno mirante podemos admirar o Maciço da Tijuca e a Pedra da Gávea. Nessa parte da trilha vamos ver vários muros de pedras cobertas de limo no nosso lado esquerdo, as pedras são sobras da construção da represa.
|
|
Após a merecida parada para descanso a beira do açude, siga a trilha que segue para a esquerda beirando a margem do açude até praticamente o seu final onde a trilha começa a subir começando a virar para noroeste, em 10 minutos de caminhada aparecerá uma bifurcação onde devemos entrar para a esquerda. A partir desse ponto a trilha fica muito tênue e quase desaparece, é preciso ter um faro apurado para achá-la, mas não é difícil, recomendo que o grupo tenha pelo menos um montanhista experiente. Depois da bifurcação em menos 10 minutos de caminhada passaremos ao lado de uma espécie de fundação feita de blocos de pedras e um pouco depois atravessaremos um riacho.
Um pouco depois de cruzar o riacho começaremos a caminhar paralelamente a um leito de rio no nosso lado direito (esse rio deságua no açude), esse rio nos acompanhará ao longo de 10 minutos de caminhada. Logo após de deixar de acompanhar o rio cruzaremos outro riacho e em seguida nos depararemos com uma incrível Figueira com suas raízes gigantes, vale a pena dá uma parada para uma foto e para admirar a Figueira, quem tiver em um grupo grande vale se juntar para tentar dar um abraço nessa árvore para dar energizada no grupo. E para quem já estava impressionado com essa árvore, siga na trilha mais um pouco até se deparar com outra incrível Figueira, só que nesse caso são duas Figueiras e elas são gêmeas, são dois troncos, mas com uma única raiz, vale a pena mais uma parada para mais fotos.
|
|
Depois dessa figueira gêmea a trilha dá uma desviada seguindo mais para a esquerda e logo depois ela cruza por mais um riacho, 5 minutos depois do riacho entraremos a esquerda em uma bifurcação e com mais 5 minutos chegaremos ao Alto da Vertente que é o ponto mais alto dessa travessia com 514 metros de altitude. Do açude até o Alto da Vertente vencemos um desnível de 80 metros.
A partir do Alto da Vertente é só alegria, é uma descida com um desnível de 380 metros até chegar a Estrada do Sacarrão, final da travessia. Após 20 minutos de descida atravessaremos mais um riacho e logo depois caminharemos durante alguns minutos paralelo a um rio ao nosso lado esquerdo, e logo depois atravessaremos novamente outro riacho. Após 2 minutos depois de atravessar o último riacho ou quase 30 minutos do Alto da Vertente aparecerá uma bifurcação, onde devemos entrar à direita, se formos reto sairemos em uma plantação de banana, e o que parece é quem tem muita gente errando nesse ponto, pois a trilha para as bananeiras está mais marcada que o caminho correto dessa travessia, então atenção nesse ponto.
|
|
A partir dessa bifurcação a trilha fica mais bem marcada, acho que deva estar assim porque esta parte da trilha está sendo usada pelos plantadores locais de bananas. Após mais 5 minutos após a última bifurcação passaremos por mais um riacho e logo em seguida por uma casa e em mais 3 minutos passaremos por mais uma porteira onde acaba a trilha e começa uma estradinha de terra. Seguindo por essa estradinha por volta de 15 minutos passaremos por uma corrente e com mais 10 minutos passaremos por uma casinha da Cedae, que fica no nosso lado direito, nesse ponto começa efetivamente a Estrada do Sacarrão, e é o final dessa travessia.
|
|
Logística
Ida:
Se você for de carro você poderá deixar seu carro no início da Estrada do Camorim, que fica na esquina com a Estrada dos Bandeirantes, ou ir de carro até a entrada do Parque. Atualmente está proibido estacionar dentro da sub-sede do parque, mas dá para estacionar um pouco antes do portão na própria Estrada do Camorim. Se você optou deixar seu carro no inicio da Estrada do Camorim ou se foi de ônibus existe a possibilidade de pegar uma van até a entrada do parque, ou vá a pé mesmo, isso acrescenta 2,7 km a travessia.
Volta:
A volta se você deixou seu carro no Camorim, você vai precisar andar toda a Estrada do Sacarrão (Vargem Grande) até chegar a Estrada dos Bandeirantes, onde existe a possibilidade de pegar uma van ou um ônibus de volta para o Camorim, a caminhada na estrada do Sacarrão vai aumentar em 3,2 km a travessia.
Se você tem mais de um carro no seu grupo, você pode optar em deixar um carro apenas na esquina da Estrada do Camorim com a Estrada dos Bandeirantes, e subir o resto do grupo até o parque nos outros carros. Na volta, apenas os motoristas dos carros sobem com o carro que ficou em baixo para buscar os carros que ficaram na porta do parque.
Localização
A Travessia Camorim x Vargem Grande se passa nas terras do Parque Estadual da Pedra Branca que está situado na Zona Oeste da Cidade do Rio de Janeiro.
Como Chegar
  
Núcleo Camorim:Vindo da Barra ou de Jacarepaguá, pela Estrada dos Bandeirantes, entrar na Estrada do Camorim e seguir até o largo da Capela de São Gonçalo do Amarante. Chegando na Capela, mantenha à esquerda e siga em frente até a entrada da Subsede do Parque.
  
Vargem Grande:Vindo da Barra ou de Jacarepaguá, pela Estrada dos Bandeirantes, entrar na Estrada do Sacarrão (a Estrada do Sacarrão fica quase em frente ao Restaurante Gepeto) e seguir por volta de 3 km, ou até onde seu carro conseguir chegar, depois disso siga a pé mesmo.
Quando Ir
Todas as estações são boas para fazer Travessia Camorim x Vargem Grande, entretanto no verão as temperaturas podem chegar aos 40°C e as tempestades são freqüentes, principalmente no final da tarde. Nas demais estações a temperatura é mais amenua tornando o passeio mais agradável.
Mapa Dinâmico
Altimetria
|
|
Carta Topográfica
Download Tracklog
Acampamento
O acampamento dentro do Paque Estadual da Pedra Branca está proibido.
Endereços do Parque
  
Núcleo Pau da Fome:Estrada do Pau-da-Fome, 4003, Jacarepaguá, Rio de Janeiro - RJ
CEP: 22723-490
  
Núcleo Camorim:Estrada do Camorim, 2118, Camorim, Rio de Janeiro - RJ
CEP: 22780-070
  
Núcleo Piraquara:Rua do Governo s/n (no final), Realengo, Rio de Janeiro - RJ
Telefones do Parque
  
Administração: (21) 3347-1786  
Agendamento neap: (21) 2333-6653Chefe do PEPB: Alexandre M. Pedroso.
Horário de Visitação
De Terça a Domingo, das 9h às 16h30 min.
Galeria de Fotos
Dicas
  
Não esqueça de levar um bom filtro solar, mesmo quando o tempo estiver encoberto.Tempo
..: Clube do Aventureiros :..
www.clubedosaventureiros.com
Adote uma Montanha
Quer contribuir com o Guia de Trilhas / Montanhas e Cachoeiras? O Guia está aberto a contribuição de seus leitores. Clique para saber mais detalhes.
Artigos Relacionados:
| < Anterior | Próximo > |
|---|
Login
Quem está Online
Nós temos 104 visitantes e 1 membro online
- gcfoltran
Estatísticas
Visualizações : 11501822




comentários
Olá Antonio,
O perigo real do lago é que lá tem sumidouros que realmente podem sugar alguém fazendo com que o corpo nunca mais apareça, sem contar que o mergulho as águas do açude é terminantemente proibido pela administração do parque, pois essas águas ainda abastecem alguns bairros de Jacarepaguá
[]´s
Hugo
as aguas deste açude são estranhas quando vc nada lá no meio sente a sensação que tem alguem nadando aou seu lado ou embaixo
tem outra coisa tbm 3 pessoas tirarão fotos na pedra que fica no meio do lago apareceu uma quarta com cara de morte,eu nunca mais nado neste açude e não aconcelho ninguem a entra na aguá
Assine o RSS dos comentários