O Monumento Natural dos Pontões Capixabas foi criado para proteger um dos últimos remanescentes de Floresta Atlântica do estado do Espírito Santo, em uma área que conta com a presença de centenas de formações geológicas do tipo Pão de Açúcar de beleza cênica incomparável, conhecidos regionalmente como "Pontões", esses pontões representam um dos grandes complexos rochosos de inselbergs* do mundo. O parque preservando os ecossistemas naturais existentes possibilitando a realização de pesquisas científicas e o desenvolvimento de atividades controladas de educação ambiental e turismo.
A área do parque engloba parte dos municípios de Pancas (80%) e Águia Branca (20%), na região noroeste do Estado do Espírito Santo, abrangendo duas áreas distintas, que somam 17.496 ha. Sua importância foi reconhecida em 19 de dezembro de 2002 quando o então presidente Fernando Henrique Cardoso o criou oficialmente.
Embora recém nascido, ele nunca saiu do papel, isso se deve pelo desprezo das autoridades federais, estaduais, locais e muitos que o rejeitaram. Especialmente os deputados federais capixabas, que anunciaram publicamente sua posição contra o Parque Nacional, como: Renato Casagrande, Neucimar Fraga, Marcelino Fraga, Jair de Oliveira e Carlos Humberto Manato. Renato Casagrande pediu a revogação do decreto de criação, Marcelino Fraga, apresentou emenda sustando os efeitos do decreto de seu estabelecimento. Neucimar Fraga produziu um Projeto de Decreto do Legislativo (de nº. 1828/05) suspendendo a criação do Parque Nacional e assinaram com ele os seus colegas Jair de Oliveira e Carlos Humberto Manato. Em outras palavras, com a maior desfaçatez, propuseram a extinção de um parque nacional na Mata Atlântica do devastado Estado do Espírito Santo. Estou aqui fazendo a minha parte que é divulgar esse incrível lugar, pois tenho o entendimento que quem conhece, ama, e quem ama, preserva.
A área do Parque está incluída na região de ampliação da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, Fase V, já reconhecida pela UNESCO. Até o momento, nenhuma ação de manejo foi implementada. No entanto, cerca de 400 famílias de produtores rurais que vivem em propriedades incluídas na área do Parque, reivindicam a revogação do decreto de criação da unidade e a garantia de permanência em suas terras. Nas audiências públicas realizadas, foi proposta a alteração da categoria de manejo para o grupo de Uso Sustentável. O Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, autor da proposta de criação do Parque, reconhecendo a relevância de manutenção da categoria de manejo “Parque Nacional”, propôs a revisão dos seus limites a partir do levantamento fundiário e discriminatória das propriedades.
Falar que o parque é um paraíso não é exagero, o local já foi considerado o lugar mais bonito do mundo pelo paisagista Burle Max. Essa região possui uma fauna e flora riquíssima, de espécies variadas, o parque tem sido um importante atrativo turístico, recebendo visitantes de vários estados brasileiros e até estrangeiros, que aproveitam a oportunidade para a prática de esportes de aventura ou apenas a alegria de passar dias conhecendo a beleza exuberante da região. O parque tem cachoeiras, lagos e uma diversificada cadeia de montanhas.
  
Inselbergs (ilhas de morros) graníticos ou granitóides apresentam, muitas vezes, formas de pães de açúcar.
  
Altitude Máxima: 720 m (Pedra do Camelo)
  
Área: 17.496 ha
  
Administração: IBAMA
  
Bioma: Floresta Atlântica
  
Pluviosidade: 750 a 1250 mm anuais
  
Carta Topográfica: São Gabriel da Palha
  
Atração: Paisagem.
  
Pedra do Camelo - Considerado o principal cartão postal da cidade; possui 720 metros de altura;
  
Pedra Agulha - A Pedra da Agulha está localizada a 3 km do centro da cidade, com 500 metros de altura, também tombada como bem paisagístico. Tem um formato pontiagudo, o que caracteriza o seu nome. Além de ideal para desafios, seu entorno proporciona ótimas caminhadas para contemplação da fauna e flora da mata Atlântica. Como Chegar: estrada vicinal, com acesso no km 35 da rodovia e entrada à direta chegada ao sopé da pedra após percurso de 2,5 a 3 km.
É a segunda maior chaminé do Brasil com 500 metros de altura, é nela que fica a via de escalada chamada Chaminé Brasília, um imenso sistema de fendas largas e chaminés de larguras variadas, com cerca de 400 metros de extensão, classificada como sendo de 6º grau, devido à sua extensão e constância, ainda que não possua passagens individuais mais técnicas, a Chaminé Brasília já derrotou muitas cordadas modernas, que foram perdendo gás ao longo das entranhas da montanha.
Sítio que recebeu os conquistadores da Chaminé Brasília, conquistada em 16 de julho de 1959 por Guisepe Plegrini, Nelson Braun, Emílio Mesquita, Carlos Russo e Rodolfo Kern do Centro Excursionista Rio de Janeiro (CERJ) e é, com certeza, uma das vias mais exigentes. São 450 metros de extensão e 95% em chaminés de vários tipos. Lá encontra-se o grampo utilizado na conquista e fotos dos escaladores.
  
Cachoeira do Bassani - Uma linda cachoeira com 100 metros de queda d´água, ela está localizada a 3 km do centro da cidade;
  
Cachoeira de Santa Ana - Um pouco mais distante, a 40 km da sede;
  
Cachoeira e Prainha do São Luís - Esta bem próximo a cidade, a 2 km da sede;
  
Cachoeira do Moraes - Vila Verde, um distrito próximo;
  
Rampa de Vôo Livre "Clementino Izoton" - uma das melhores rampas para vôo livre do Brasil; de carro, são 18 km, mas é possível subir a pé por uma trilha de aproximadamente 2 km, porém perigosa.
A cidade tem grande potencial para os esportes ao ar livre, como vôo livre (parapente e asa delta já difundidos), trekking, escaladas, entre outros, proporcionando sempre um contato direto com a natureza. Porém, a infra-estrutura do local ainda é inapropriada para o tamanho potencial da cidade.
A Unidade está presente no bioma da Floresta Atlântica com formações de Floresta Atlântica Montana e formações vegetais secundárias em vários graus de regeneração. As plantas encontradas nos paredões podem ser rupícolas, quando crescem diretamente sobre a rocha, ou saxícolas, quando se localizam em pequenos platôs ou fendas com solo. Nessas situações, a água que chega escoa rapidamente e os nutrientes são escassos. Por isso, as plantas crescem bem devagar, e muitas têm adaptações especiais para lidar com a escassez de água, como é o caso dos cactos e bromélias formadoras de tanques, que armazenam água, ou das orquídeas e bromélias do gênero Tillandsia, que conseguem captar rapidamente a umidade das nuvens, ou ainda as Velloziaceas (canelas-de-ema) e capins-ressurreição, que toleram a dessecação violenta das folhas, com posterior re-hidratação das mesmas.
A fauna apresenta diversas espécies raras, endêmicas e/ou ameaçadas de extinção. Destaca-se na região a presença de mamíferos pouco frequentes como a da onça-pintada, do gato-maracajá, do gato-mourisco, da preguiça-de-coleira, do ouriço e da lontra. dentre as aves, ainda são observados o urumutum, o jaó, o tucano-do-bico-preto e o araçari-banana.
Os primeiros colonizadores chegaram a Pancas em 1918, quando a região ainda era ocupada pelos índios. No início, eram os agricultores de Minas Gerais à procura de terras para plantar café. Em seguida, eram os alemães a maioria da região de Santa Leopoldina.
O primeiro nome do local foi Nossa Senhora da Penha, depois alterado para Santa Luzia de Pancas, e, finalmente, Pancas, em 1928. Dentre as versões para o nome Pancas, há uma que afirma que o nome surgiu do linguajar dos índios e significa "terra onde a raiz não penetra", justamente pelo tipo de solo que os primeiros agricultores encontraram, pouco profundo. Em Português, Pancas significa "alavancas de madeira ou estaca", instrumento utilizado por serradores e carreteiros de madeira. Pancas significa ainda dificuldades, ou pode ser uma homenagem ao conde de Linhares, dom Rodrigo de Souza Coutinho, senhor de Pancas em Portugal.
O clima da região é tropical superúmido, com média anual de 23°C (nas regiões mais altas, essa temperatura cai a cerca de 5ºC). O período de menos chuvas vai de maio a agosto, mas as temperaturas ficam mais baixas.
O Parque fica localizado no noroeste do ES. Faz divisa com o município mineiro de Resplendor. Fica a 52km de Colatina e a 180Km da capital do estado, Vitória.
De Carro:
Partindo de Vitória, siga pela BR 101-Norte até João Neiva. De lá, simplesmente siga as indicações para Pancas. Faça o trevo. Você sairá da BR 101 e entrará na "Rodovia do Café". É só ir seguindo a rodovia e as placas.
Você passará por Colatina. De Colatina a Pancas são 52km. Próximo à metade deste trecho, há o trevo de Ângelo Frechiani. Faça o trevo. Aí são mais 23km.
De Ônibus:
A ligação com Vitória é feita 2 vezes ao dia pelas viações Pretti e Águia Branca ao custo aproximado de R$ 25,00 (07/2007), nos horários de 7:15 e 15:30. O telefone da agência de passagens local é (27) 3726-1245. Para entrar em contato direto com a empresa Águia Branca, no disque passagem, ligue para 4004-1010.
  
Rio de Janeiro (RJ): 750 km
  
Vitória (ES): 189 km
Para vôo livre, o ano inteiro, principalmente setembro. Em janeiro tem folia de Reis; em maio tem festa da cidade e campeonatos de vôo livre e motocross; em setembro tem semana cultural de Laginha (distrito de tradição pomerana) e trilhão de Pancas; em dezembro, cavalgada.
São Gabriel da Palha
Mapa Imagem de Satélite
Mapa de Localização Municípal, Estadual e Brasil
Mapa de Localização Regional
  
Não esqueça de levar um bom filtro solar, mesmo quando o tempo estiver encoberto.
Parque Nacional dos Pontões Capixabas
Endereço: Av. Marechal Mascarenhas de Morais, 2487, Bento Ferreira
CEP: 29052-121 - Pancas - ES
Telefone: (27) 3324-1811
  
Hotel Acácia
Avenida Treze de Maio, 298 – Centro
Tel.: (27) 3726-1209
  
Hotel São José
Avenida Treze de Maio, 390 – Centro
Tel.: (27) 3754-1281
  
Pensão Brasil
Avenida Treze de Maio, 268 – Centro
Tel.: (27) 3726-1002
Fontes dos textos e fotos site: http://www.amopancas.com
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Monumento Natural dos Pontões Capixabas
Monumento Natural dos Pontões Capixabas
Tipo: Monumento Natural Região: Noroeste do ES Localização: Pancas e Água Branca - ES, Brasil, América do Sul Lat/Lon: 19º 13 31 S e 40º 51 03 W Atividades: Escaladas, Caminhadas, Vôo Livre, Cavalgadas, Banhos de Rios e Cachoeiras Época do Ano: Verão, Primavera, Outono e Inverno Altitude Máxima: 720 m (Pedra do Camelo) |
Descrição
O Monumento Natural dos Pontões Capixabas foi criado para proteger um dos últimos remanescentes de Floresta Atlântica do estado do Espírito Santo, em uma área que conta com a presença de centenas de formações geológicas do tipo Pão de Açúcar de beleza cênica incomparável, conhecidos regionalmente como "Pontões", esses pontões representam um dos grandes complexos rochosos de inselbergs* do mundo. O parque preservando os ecossistemas naturais existentes possibilitando a realização de pesquisas científicas e o desenvolvimento de atividades controladas de educação ambiental e turismo.
A área do parque engloba parte dos municípios de Pancas (80%) e Águia Branca (20%), na região noroeste do Estado do Espírito Santo, abrangendo duas áreas distintas, que somam 17.496 ha. Sua importância foi reconhecida em 19 de dezembro de 2002 quando o então presidente Fernando Henrique Cardoso o criou oficialmente.
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Embora recém nascido, ele nunca saiu do papel, isso se deve pelo desprezo das autoridades federais, estaduais, locais e muitos que o rejeitaram. Especialmente os deputados federais capixabas, que anunciaram publicamente sua posição contra o Parque Nacional, como: Renato Casagrande, Neucimar Fraga, Marcelino Fraga, Jair de Oliveira e Carlos Humberto Manato. Renato Casagrande pediu a revogação do decreto de criação, Marcelino Fraga, apresentou emenda sustando os efeitos do decreto de seu estabelecimento. Neucimar Fraga produziu um Projeto de Decreto do Legislativo (de nº. 1828/05) suspendendo a criação do Parque Nacional e assinaram com ele os seus colegas Jair de Oliveira e Carlos Humberto Manato. Em outras palavras, com a maior desfaçatez, propuseram a extinção de um parque nacional na Mata Atlântica do devastado Estado do Espírito Santo. Estou aqui fazendo a minha parte que é divulgar esse incrível lugar, pois tenho o entendimento que quem conhece, ama, e quem ama, preserva.
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A área do Parque está incluída na região de ampliação da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, Fase V, já reconhecida pela UNESCO. Até o momento, nenhuma ação de manejo foi implementada. No entanto, cerca de 400 famílias de produtores rurais que vivem em propriedades incluídas na área do Parque, reivindicam a revogação do decreto de criação da unidade e a garantia de permanência em suas terras. Nas audiências públicas realizadas, foi proposta a alteração da categoria de manejo para o grupo de Uso Sustentável. O Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, autor da proposta de criação do Parque, reconhecendo a relevância de manutenção da categoria de manejo “Parque Nacional”, propôs a revisão dos seus limites a partir do levantamento fundiário e discriminatória das propriedades.
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Falar que o parque é um paraíso não é exagero, o local já foi considerado o lugar mais bonito do mundo pelo paisagista Burle Max. Essa região possui uma fauna e flora riquíssima, de espécies variadas, o parque tem sido um importante atrativo turístico, recebendo visitantes de vários estados brasileiros e até estrangeiros, que aproveitam a oportunidade para a prática de esportes de aventura ou apenas a alegria de passar dias conhecendo a beleza exuberante da região. O parque tem cachoeiras, lagos e uma diversificada cadeia de montanhas.
  
Inselbergs (ilhas de morros) graníticos ou granitóides apresentam, muitas vezes, formas de pães de açúcar.|
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Altitude Máxima: 720 m (Pedra do Camelo)  
Área: 17.496 ha  
Administração: IBAMA   
Bioma: Floresta Atlântica  
Pluviosidade: 750 a 1250 mm anuais  
Carta Topográfica: São Gabriel da Palha  
Atração: Paisagem.Atrações
  
Pedra do Camelo - Considerado o principal cartão postal da cidade; possui 720 metros de altura;|
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Pedra Agulha - A Pedra da Agulha está localizada a 3 km do centro da cidade, com 500 metros de altura, também tombada como bem paisagístico. Tem um formato pontiagudo, o que caracteriza o seu nome. Além de ideal para desafios, seu entorno proporciona ótimas caminhadas para contemplação da fauna e flora da mata Atlântica. Como Chegar: estrada vicinal, com acesso no km 35 da rodovia e entrada à direta chegada ao sopé da pedra após percurso de 2,5 a 3 km.É a segunda maior chaminé do Brasil com 500 metros de altura, é nela que fica a via de escalada chamada Chaminé Brasília, um imenso sistema de fendas largas e chaminés de larguras variadas, com cerca de 400 metros de extensão, classificada como sendo de 6º grau, devido à sua extensão e constância, ainda que não possua passagens individuais mais técnicas, a Chaminé Brasília já derrotou muitas cordadas modernas, que foram perdendo gás ao longo das entranhas da montanha.
Sítio que recebeu os conquistadores da Chaminé Brasília, conquistada em 16 de julho de 1959 por Guisepe Plegrini, Nelson Braun, Emílio Mesquita, Carlos Russo e Rodolfo Kern do Centro Excursionista Rio de Janeiro (CERJ) e é, com certeza, uma das vias mais exigentes. São 450 metros de extensão e 95% em chaminés de vários tipos. Lá encontra-se o grampo utilizado na conquista e fotos dos escaladores.
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Cachoeira do Bassani - Uma linda cachoeira com 100 metros de queda d´água, ela está localizada a 3 km do centro da cidade;  
Cachoeira de Santa Ana - Um pouco mais distante, a 40 km da sede;  
Cachoeira e Prainha do São Luís - Esta bem próximo a cidade, a 2 km da sede;  
Cachoeira do Moraes - Vila Verde, um distrito próximo;  
Rampa de Vôo Livre "Clementino Izoton" - uma das melhores rampas para vôo livre do Brasil; de carro, são 18 km, mas é possível subir a pé por uma trilha de aproximadamente 2 km, porém perigosa. |
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A cidade tem grande potencial para os esportes ao ar livre, como vôo livre (parapente e asa delta já difundidos), trekking, escaladas, entre outros, proporcionando sempre um contato direto com a natureza. Porém, a infra-estrutura do local ainda é inapropriada para o tamanho potencial da cidade.
Flora
A Unidade está presente no bioma da Floresta Atlântica com formações de Floresta Atlântica Montana e formações vegetais secundárias em vários graus de regeneração. As plantas encontradas nos paredões podem ser rupícolas, quando crescem diretamente sobre a rocha, ou saxícolas, quando se localizam em pequenos platôs ou fendas com solo. Nessas situações, a água que chega escoa rapidamente e os nutrientes são escassos. Por isso, as plantas crescem bem devagar, e muitas têm adaptações especiais para lidar com a escassez de água, como é o caso dos cactos e bromélias formadoras de tanques, que armazenam água, ou das orquídeas e bromélias do gênero Tillandsia, que conseguem captar rapidamente a umidade das nuvens, ou ainda as Velloziaceas (canelas-de-ema) e capins-ressurreição, que toleram a dessecação violenta das folhas, com posterior re-hidratação das mesmas.
Fauna
A fauna apresenta diversas espécies raras, endêmicas e/ou ameaçadas de extinção. Destaca-se na região a presença de mamíferos pouco frequentes como a da onça-pintada, do gato-maracajá, do gato-mourisco, da preguiça-de-coleira, do ouriço e da lontra. dentre as aves, ainda são observados o urumutum, o jaó, o tucano-do-bico-preto e o araçari-banana.
Histórico
Os primeiros colonizadores chegaram a Pancas em 1918, quando a região ainda era ocupada pelos índios. No início, eram os agricultores de Minas Gerais à procura de terras para plantar café. Em seguida, eram os alemães a maioria da região de Santa Leopoldina.
O primeiro nome do local foi Nossa Senhora da Penha, depois alterado para Santa Luzia de Pancas, e, finalmente, Pancas, em 1928. Dentre as versões para o nome Pancas, há uma que afirma que o nome surgiu do linguajar dos índios e significa "terra onde a raiz não penetra", justamente pelo tipo de solo que os primeiros agricultores encontraram, pouco profundo. Em Português, Pancas significa "alavancas de madeira ou estaca", instrumento utilizado por serradores e carreteiros de madeira. Pancas significa ainda dificuldades, ou pode ser uma homenagem ao conde de Linhares, dom Rodrigo de Souza Coutinho, senhor de Pancas em Portugal.
Clima
O clima da região é tropical superúmido, com média anual de 23°C (nas regiões mais altas, essa temperatura cai a cerca de 5ºC). O período de menos chuvas vai de maio a agosto, mas as temperaturas ficam mais baixas.
Localização
O Parque fica localizado no noroeste do ES. Faz divisa com o município mineiro de Resplendor. Fica a 52km de Colatina e a 180Km da capital do estado, Vitória.
Como Chegar
De Carro:
Partindo de Vitória, siga pela BR 101-Norte até João Neiva. De lá, simplesmente siga as indicações para Pancas. Faça o trevo. Você sairá da BR 101 e entrará na "Rodovia do Café". É só ir seguindo a rodovia e as placas.
Você passará por Colatina. De Colatina a Pancas são 52km. Próximo à metade deste trecho, há o trevo de Ângelo Frechiani. Faça o trevo. Aí são mais 23km.
De Ônibus:
A ligação com Vitória é feita 2 vezes ao dia pelas viações Pretti e Águia Branca ao custo aproximado de R$ 25,00 (07/2007), nos horários de 7:15 e 15:30. O telefone da agência de passagens local é (27) 3726-1245. Para entrar em contato direto com a empresa Águia Branca, no disque passagem, ligue para 4004-1010.
Distâncias das Capitais
  
Rio de Janeiro (RJ): 750 km  
Vitória (ES): 189 kmQuando Ir
Para vôo livre, o ano inteiro, principalmente setembro. Em janeiro tem folia de Reis; em maio tem festa da cidade e campeonatos de vôo livre e motocross; em setembro tem semana cultural de Laginha (distrito de tradição pomerana) e trilhão de Pancas; em dezembro, cavalgada.
Acampamento
Galeira de Fotos
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Dicas
  
Não esqueça de levar um bom filtro solar, mesmo quando o tempo estiver encoberto.Endereço
Parque Nacional dos Pontões Capixabas
Endereço: Av. Marechal Mascarenhas de Morais, 2487, Bento Ferreira
CEP: 29052-121 - Pancas - ES
Telefone: (27) 3324-1811
Hospedagem
  
Hotel AcáciaAvenida Treze de Maio, 298 – Centro
Tel.: (27) 3726-1209
  
Hotel São JoséAvenida Treze de Maio, 390 – Centro
Tel.: (27) 3754-1281
  
Pensão BrasilAvenida Treze de Maio, 268 – Centro
Tel.: (27) 3726-1002
Fontes
Fontes dos textos e fotos site: http://www.amopancas.com
Tempo
..: Clube do Aventureiros :..
www.clubedosaventureiros.com
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